Futebol/Campeonato Paulista - ( - Atualizado )

Após pensar em ir embora, Juninho “acorda” e agradece a Kleina

Luiz Ricardo Fini São Paulo (SP)

O rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro fez o lateral esquerdo Juninho pensar em deixar o Palmeiras, no fim do ano passado. Com seu futebol sendo questionado, o jogador perdeu a posição para o volante improvisado Marcelo Oliveira nesta temporada, mas uma conversa com Gilson Kleina mudou o pensamento do atleta, que recuperou o posto.

Cobiçado pelo Vasco da Gama, o lateral esquerdo viu o treinador vetar sua transferência e ficou animado ao perceber que ainda é admirado pelo comandante. Com isso, espera agora ter uma sequência na formação principal.

“Fiquei feliz com a proposta do Vasco e também com o Gilson, que pediu para eu ficar, por acreditar no meu trabalho. Foi uma conversa entre os clubes, não assinei nada, e estou tranquilo, com contrato até o final de 2014. Quero continuar”, afirmou o atleta, que alega ter “acordado” depois de receber o apoio do comandante.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Juninho despertou o interesse do Vasco, mas Gilson Kleina não quis liberar o atleta
Apesar da incerteza neste ano, ficando até fora do banco de reservas, Juninho reconhece que o mais difícil foi digerir o rebaixamento no fim de 2012, quando foi aconselhado por sua família a se manter no Verdão.

“Pensei em ir embora no fim do ano passado, porque nunca imaginava que seria daquela forma. Falei com minha família que não gostaria de passar por aquilo nunca mais, que não tinha mais cabeça para jogar no Palmeiras. Mas minha família não me apoiou, porque cheguei aqui com muita batalha e não podia largar de qualquer jeito”, comentou.

Contratado no início de 2012, depois de ter se destacado pelo Figueirense no Brasileiro do ano anterior, Juninho duvidava de seu próprio futebol depois do rebaixamento, mas sente agora a confiança de ajudar o clube.

“Estava um pouco desanimado por tudo que aconteceu no ano passado, assim como outros jogadores sentiram. Tive uma conversa aqui com o treinador, com o Omar (Feitosa, gerente) e minha família. Se eles acreditavam em mim, por que eu não acreditaria? Depois disso, comecei a me sentir mais leve e a trabalhar mais forte, dei uma acordada”, concluiu.

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