Futebol/Bastidores - ( - Atualizado )

Após vexame, Nobre se reúne com diretoria e mantém Kleina no cargo

William Correia São Paulo (SP)

A goleada sofrida por 6 a 2 para o Mirassol fez o técnico Gilson Kleina correr risco de demissão, mas o presidente Paulo Nobre decidiu manter o profissional no Palmeiras. No fim da manhã desta quinta-feira, o mandatário se reuniu na Academia de Futebol com o diretor executivo, José Carlos Brunoro, e com o gerente de futebol, Omar Feitosa, chegando à conclusão de que não é o momento de trocar a comissão técnica.

Ainda na tarde desta quinta, Nobre e Brunoro vão explicar em entrevista coletiva os motivos da manutenção de Kleina depois do vexame histórico diante do clube do interior, pelo Campeonato Paulista.

Um dos fatores para a decisão é o jogo decisivo contra o Tigre, na terça-feira, pela Copa Libertadores da América. O confronto definirá o futuro do Verdão no torneio continental, podendo aumentar as esperanças de classificação ou enterrar o sonho.

Outro ponto determinante é financeiro. O treinador, que ainda não recebeu parte de salários do ano passado, tem direito a ganhar um valor de multa rescisória caso seja demitido antes do fim de seu acordo, que se estende até dezembro deste ano.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Kleina recebeu um voto de confiança da diretoria depois do vexame do Palmeiras contra o Mirassol
Kleina vem apontando o azar como um dos problemas para a atual fase palmeirense, já que teve oito desfalques na goleada para o Mirassol, todos por problemas médicos: Henrique, Vilson, Mauricio Ramos, Leandro Amaro, Souza, Valdivia, Maikon Leite e Kleber.

O treinador chegou ao Palmeiras em 19 de setembro do ano passado, para substituir Luiz Felipe Scolari, com a missão de salvar o clube do rebaixamento. No entanto, o treinador não conseguiu evitar a queda para a Série B do Campeonato Brasileiro. Mesmo assim, Kleina teve o respaldo do então presidente Arnaldo Tirone para seguir no cargo.

Já Paulo Nobre foi eleito presidente em janeiro deste ano, depois da primeira rodada do Paulistão. Apesar de o atual treinador não ser seu preferido para o posto, o mandatário decidiu confirmá-lo na época, até porque não teria muito tempo para uma troca de comando. Agora, depois da vergonha em Mirassol, o presidente dá um voto de confiança ao profissional, que acumula 12 vitórias, 12 derrotas e nove empates pelo Verdão.

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