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Danielzinho é absolvido no TJD-SP por entrada que lesionou Ferrugem

São Paulo (SP)

Depois de ser adiado na última semana, o julgamento do atacante Danielzinho finalmente ocorreu nesta segunda-feira. Levado ao Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP) após análise de imagens do carrinho que causou uma fratura no ponte-pretano Ferrugem, o jogador do São Caetano conseguiu absolvição por unanimidade.

O lance ocorrido no dia 10 de março fez com que Danielzinho fosse denunciado no artigo 254 § 1º, II § 3º do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) por "praticar jogada violenta; com atuação temerária ou imprudente na disputa da jogada, ainda que sem a intenção de causar dano ao adversário." A pena máxima para o caso faria com que o atacante ficasse longe dos gramados durante o tempo de recuperação de Ferrugem.

Durante o julgamento, o árbitro Luiz Vanderlei Martinucho foi ouvido pela Primeira Comissão Disciplinar e lembrou que os próprios companheiros de Ferrugem pediram apenas cartão amarelo ao infrator. Em seguida, Danelzinho voltou a ressaltar sua falta de jeito para marcação e a tratar o lance como “fatalidade”.

Já o advogado de defesa, João Zanforlim, relembrou a entrada do zagueiro Bolívar, na época defendendo o Internacional, sobre o lateral esquerdo Dodô, atualmente na Roma. “É diferente ser maldoso ou ser imprudente. Não podemos falar em dolo eventual. Ou é doloso ou não é. Não há pena intencional. Não é proibido dar carrinho no jogo, apenas ser punido e ele foi punido com amarelo", afirmou.

De início, o artigo chegou a ser desclassificado, fazendo com que Danielzinho pudesse ser suspenso de uma a seis partidas. Ao final do julgamento, o atacante se mostrou aliviado com a decisão do TJD-SP em contato com o site Justiça Desportiva: “Pessoas vinham me julgando por uma coisa que não sou. Não sou violento, foi uma infelicidade. Agora a justiça foi feita.”

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