Futebol/Mercado - ( - Atualizado )

Em nome do grupo, Mauricio Ramos coloca time à disposição de Adriano

William Correia São Paulo (SP)

Adriano se ofereceu há quase dois meses, mas a ineficiência do ataque do Palmeiras e a possibilidade de a diretoria abrir negociações com Adriano já fizeram o elenco conversar entre si sobre o assunto. Mauricio Ramos, um dos líderes do grupo, já avisou: os jogadores querem o Imperador, e vão ajudá-lo.

“O grupo quer receber um jogador que possa se recuperar e voltar a ser o Adriano. Se der tudo certo de vir para o Palmeiras, ele vai se sentir em casa e dar a volta por cima”, já apostou o zagueiro, dando a entender que a aprovação ao atacante é um consenso no plantel.

“Conversamos entre nós. Jogar com o Adriano é jogar com um cara que conquistou tudo na vida. Vai ser um aprendizado para nós. Esperamos que ele possa vir nos ajudar e que o grupo possa o ajudar a recuperar tudo que já conquistou na carreira”, discursou Mauricio Ramos.

Quando Adriano se ofereceu, poucos dias após a saída de Barcos, as negociações não avançaram por opção do presidente Paulo Nobre e do diretor executivo José Carlos Brunoro, que pediram para ele provar que tem condições de atuar profissionalmente. Mas o Palmeiras, entre todos os clubes para os quais o jogador ligou, foi o único que não o negou prontamente.

Gilson Kleina nem foi consultado na época e até mostra irritação com isso. O técnico concluiu que Kleber e Caio não são suficientes para suprir a falta que a equipe ainda sente de Barcos e é a favor da contratação de Adriano, assim como alguns de seus principais comandados.

Maurício Val/Vipcomm/Divulgação
Atacante não joga desde março do ano passado e só treinou no Flamengo, sem ter condições de atuar
Wesley, nesse domingo, já tinha demonstrado aprovação ao Imperador. “Todos sabem da qualidade e do jogador vitorioso que o Adriano foi e ainda continua sendo”, falou o volante após o 0 a 0 com o Santos no qual o Palmeiras dominou a posse de bola, mas sentiu falta de um bom finalizador.

Mauricio Ramos pensa da mesma forma. Ao falar de Adriano, até lembrou como foi difícil marcá-lo no Brasileiro de 2009 – o zagueiro o enfrentou no Maracanã na vitória do Palmeiras por 2 a 1, mas foi o atacante, destaque daquele torneio, que marcou o gol do Flamengo, que seria campeão no final do ano.

“Eu apoio, com certeza. Só depende dele mesmo dar a volta por cima. Ele não esqueceu de jogar. O Adriano fez seu nome, ajudou a Seleção Brasileira. Se ele colocar na cabeça que pode conseguir, consegue. E, se vier, o grupo vai ajudar da melhor maneira possível”, reforçou o zagueiro.

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