Futebol/Campeonato Paulista - ( - Atualizado )

Muricy exalta posse de bola, lamenta 2 a 2 com Mogi e vê vaia justa

Do correspondente Rodrigo Martins Santos (SP)

Apesar do empate com o Mogi Mirim, por 2 a 2, na noite desta quinta-feira, na Vila Belmiro, o técnico Muricy Ramalho se mostrou satisfeito com a exibição do Santos. Para o treinador, a equipe praiana teve mais posse de bola e controle do jogo, durante a maior parte do tempo, mas não conseguiu segurar a vitória, mesmo ficando duas vezes na frente no placar – o Sapão teve forças para chegar à igualdade, mesmo atuando fora de casa.

“Pelo incrível que pareça, a nossa posse de bola melhorou bastante. Era uma coisa que não estávamos tendo. Melhoramos nesse sentido e ficamos mais agrupados, pois não conseguíamos juntar o time, jogando em alta velocidade. Fiquei satisfeito com a equipe, apesar de termos levado dois gols que não estamos acostumados”, analisou.

O comandante santista acredita que, partindo do futebol apresentado contra o Mogi, os alvinegros podem atingir um melhor nível de apresentação, principalmente visando à etapa decisiva do Campeonato Paulista.

Ricardo Saibun/Santos FC
O Santos ficou em vantagem duas vezes, mas cedeu o empate ao Mogi Mirim no final da partida
Muricy Ramalho chegou, até mesmo, a citar a seleção espanhola como exemplo. “Isso não é lentidão, é posse de bola. O Mogi Mirim tinha que vir atrás, para tentar roubar a bola. É só vocês verem a Espanha jogar, dificilmente eles entram rapidinho na defesa. Hoje em dia, os times se fecham muito. Temos que melhorar para o mata-mata. Aí, é outro tipo de competição. Se evoluirmos nesse aspecto, vai ser de grande valia (para a reta final do Paulistão)”, ponderou.

Já sobre as vaias recebidas pelo Santos, ao término da partida, o técnico encarou a situação com normalidade. “É uma coisa natural, com certeza. O torcedor vem para cá, pois quer ver o Santos jogar bem. Então, quando a vaia acontece, temos que saber lidar com isso. O torcedor quer ver o time ganhar e, quando isso não acontece, eles têm razão de reclamar”, finalizou.

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