Desde quando o Tigre foi confirmado no grupo do Palmeiras na Libertadores, os jogadores ouvem sobre a violência do time argentino. Na quinta-feira, porém, o Libertad mostrou aos brasileiros no Paraguai que também sabem “chegar junto”, deixando todos preparados para o que pode acontecer na quarta-feira.
“Jogamos contra o Libertad e eles só batiam. Vamos ver também se lá na Argentina vão bater do mesmo jeito”, falou Patrick Vieira, que fez na semana passada, em Assunção, sua primeira partida no exterior válida por uma Libertadores – como a maioria de seus colegas.
O meio-campista, que pode ficar na reserva de Valdivia, mal conhece o Tigre, apesar da confusão protagonizada pela equipe contra o São Paulo na final da Sul-americana do ano passado. E nem arrisca apostar na forma como os adversários atuarão diante do Verdão.
“Tudo pode acontecer. Não vimos ainda o DVD deles. É esperar, ver o DVD e viajar para na quarta-feira para termos um bom resultado”, comentou Patrick Vieira, adotando um tom tranquilo na entrevista, mostrando não estar preocupado com as entradas dos argentinos.
“Tomamos dois gols de bola parada, mas o segundo foi porque o juiz mandou o Henrique sair”, lembrou Valdivia, valorizando, porém, as ordens do técnico. “O Gilson já falou para corrigirmos muitas coisas. Contra o Tigre, esperamos melhorar em todos os sentidos. Não tem jogo fácil na Libertadores”, ressaltou o meia.
