Futebol/Copa Libertadores - ( )

Palmeiras quer vencer desde primeira dividida para surpreender Tigre

William Correia São Paulo (SP)

Foi consenso entre os próprios jogadores que o principal problema do Palmeiras na má atuação da derrota para o Libertad, na quinta-feira, foi dividir as bolas com menos força do que o adversário. E a promessa é de que isso não vai se repetir nesta quarta-feira. Desde a saída de bola, o Tigre, na Argentina, terá um rival mais duro de acordo com atletas do Verdão.

“A derrota para o Libertad serviu de lição. A gente tem que entrar concentrados para não ser pego de surpresa. É marcar forte, sabendo que vai ter marcação forte da equipe do Tigre também. Eles vão jogar duro, mas nós vamos jogar mais duro ainda”, disse Vilson. “Sendo Libertadores, vai ter disputa mais firme. E é isso que vamos fazer. Vamos colocar dentro de campo para sair com a vitória de lá”, falou Henrique.

A calma nos minutos iniciais em Assunção foi um erro. “Não é que entramos relaxados, às vezes é uma bola que podia ter dividido mais forte e não dividiu. São esses detalhes que fazem a diferença em um jogo de Libertadores. É diminuir espaços, fazer coisas assim. Se começarmos bem, o negócio vai fluindo e a confiança vai aumentando”, ensinou Marcelo Oliveira.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Henrique promete que o Palmeiras marcará até mais duro do que o Tigre na Argentina
“Demoramos um pouquinho para entrar no jogo no Paraguai e isso pode ter feito a diferença porque tomamos gol muito rápido também. É entrar bem ligado desde o começo para não darmos brechas. Vontade estamos tendo, e muita. Raça não vai faltar nunca”, discursou o volante, improvisado na lateral esquerda.

Nas palavras dos jogadores, é possível perceber que o jogo contra o Libertad não será esquecido. A melhora precisa acontecer mesmo para que o time some algum ponto. “Vamos em busca dos três pontos, mas não que o empate seja ruim. É um jogo fora de casa, difícil, de Libertadores. Mas é Palmeiras, e Palmeiras sempre luta para vencer”, afirmou Kleber.

“Faltou mostrar um pouco mais o que os caras mostraram, tem que dar uma chegada a mais. O futebol brasileiro é diferente do futebol deles. A Libertadores é agressiva, toda bola eles disputavam agressivos e nós, esperando. Serviu de lição”, prosseguiu o atacante emprestado pelo Porto, de Portugal.

Publicidade

Publicidade


Publicidade

Publicidade


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade