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“Pés no chão”, Brunoro não imagina jogos na Arena antes de 2014

Helder Júnior São Paulo (SP)

O Palmeiras só deverá utilizar a Arena Palestra Itália na temporada do seu centenário. A previsão é do diretor executivo José Carlos Brunoro, que prefere ser cauteloso com os prazos para a reforma do estádio.

“Ainda não sentei com a WTorre para discutir isso mais a fundo. Eles diziam que era para a Arena ficar pronta neste ano. Como sou pés no chão, conto com o estádio para jogos só no ano que vem”, avisou.

O atraso das obras se deve principalmente aos entraves burocráticos – como o fato de a Prefeitura proibir a demolição de parte das velhas arquibancadas do Palestra Itália. O custo total da reforma saltou e já é calculado em R$ 500 milhões.

De qualquer forma, a diretoria do Palmeiras ainda demonstra muita empolgação com o projeto. “Teremos a inauguração da nossa Arena em janeiro ou fevereiro de 2014, dando sequência às comemorações de centenário”, comemorou Brunoro.

A animação só não é suficiente para o Palmeiras candidatar o seu estádio à sede da Copa do Mundo de 2014. Ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez admitiu recentemente que o rival palmeirense enfrenta dificuldades financeiras para adequar a sua futura arena no bairro de Itaquera para o Mundial.

“A Arena é para o Palmeiras, bem bacana”, diferenciou Brunoro, sem se preocupar com problemas semelhantes aos do Corinthians. “Tudo será solucionado, e o estádio ficará pronto para uso.”

Negócio da China
José Carlos Brunoro não tem demonstrado nenhuma vontade de reforçar o ataque do Palmeiras com o problemático Adriano. O dirigente lembrou até que o próprio centroavante pode preferir o mercado asiático ao brasileiro.

“O Adriano é um belo jogador, mas não existe nada. Já existiu. Só para encerrar o assunto: fomos procurados há mais ou menos um mês e meio pelos empresários do atleta, que disseram que ele queria voltar a jogar. Avisamos que aceitaríamos se ele correspondesse nos aspectos de vida, esportivo e financeiro. Depois disso, não houve interesse, até porque eles tinham a possibilidade de colocá-lo na China”, contou Brunoro.

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