Futebol/Copa Libertadores - ( - Atualizado )

Por tranquilidade na Libertadores, Ney Franco pede agressividade

Gabriel Carneiro, especial para a GE.Net São Paulo (SP)

“No último jogo, o Ney Franco chamou eu e o Aloísio e falou para a gente ir para cima”, lembrou Osvaldo, logo após o treinamento desta segunda-feira, no CT da Barra Funda. O camisa 17 foi um dos poucos destaques da equipe que venceu no sufoco o Strongest na última quinta, pela segunda rodada da Copa Libertadores. A três dias de entrar em campo diante do Arsenal de Sarandí para fechar o turno do principal torneio do continente, o pedido do comandante foi expresso: agressividade.

Diante dos bolivianos, o Tricolor saiu atrás no placar, mas conseguiu reagir no final do primeiro tempo e concretizou a virada, mesmo sem inspiração. A ideia, de acordo com os são-paulinos, é pressionar o time da Argentina dentro do Pacaembu e não ter que buscar o resultado com desespero. Dessa forma, a “blitz” dos primeiros minutos de bola rolando foi uma requisição do treinador, ansioso para dar a resposta aos críticos e deixar o Tricolor mais perto da classificação para as oitavas de final da Libertadores.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Ney Franco orientou os jogadores do São Paulo a marcarem pressão diante do Arsenal-ARG
“Primeiramente temos que ter tranquilidade, saber o que vamos fazer. Somos um time técnico, que trabalha bem a bola, mas é claro que não pode ter lentidão. O Ney Franco tem pedido para a gente trabalhar com agressividade, pegar em cima. Ele sabe que fazer gol no começo dá tranquilidade, e isso a gente mostrou no jogo contra o Bolívar, quando fizemos um bom resultado. O São Paulo, quando faz o gol cedo, sempre procura fazer mais”, assegurou Osvaldo, que abriu a contagem diante do Bolívar, no Morumbi, logo aos sete minutos.

Depois de aplicar 5 a 0 em casa e ser derrotado por 4 a 3 na altitude de La Paz, o Tricolor superou a pré-Libertadores para entrar na fase de grupos. Logo na estreia, o Atlético-MG acusou o primeiro golpe, vencendo por 2 a 1. Pelo mesmo placar, a equipe se recuperou diante do Strongest e agora recebe o Arsenal para tentar atingir seis pontos e ultrapassar os bolivianos. No segundo turno da Libertadores, os dois adversários estrangeiros serão enfrentados fora de casa e só o Galo será recebido no Morumbi.

“A gente viu no jogo passado e também contra o Atlético-MG como foi difícil, porque Libertadores não se pode bobear”, conta Osvaldo, à espera de um adversário tão forte quanto o da rodada passada: “Libertadores não tem muito tempo, são poucos jogos na primeira fase, então precisa fazer o dever de casa e buscar pontos fora para buscar a classificação. Vai ser um jogo difícil, tão difícil quanto foi o nosso jogo passado, mas tem que trabalhar a bola sem pressa para não ser surpreendido”.

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