Futebol/Copa Libertadores - ( )

Prass pede time adaptado às dificuldades da língua na Libertadores

Assunção (Paraguai)

Jogador mais velho do elenco do Palmeiras, Fernando Prass minimiza qualquer inexperiência do grupo em Libertadores. Para o goleiro, um dos fatos que seus colegas devem assimilar da derrota para o Libertad é habituar-se ao fato de que os clubes de todos os outros países envolvidos no torneio falam espanhol, como os árbitros.

“Não sei se a arbitragem é tendenciosa por pressão ou pelo idioma. Com o (paraguaio Carlos) Amarilla, que é casado com uma brasileira e fala português, é outro jogo”, opinou. “Claro que tem a tarimba, o Amarilla é um juiz de ponta, com Copa do Mundo no currículo, mas comunicação faz a diferença.”

O arqueiro crê que, em casa, brasileiros não sofrem tanto. E cita não só suas atuações pelo Vasco no ano passado, mas também a estreia do Verdão neste ano, quando o time venceu o Sporting Cristal, do Peru, no Pacaembu, sem polêmicas. “Contra o Sporting Cristal no Pacaembu, a arbitragem foi tranquila.”

Em relação à atuação em campo, o camisa 25 destaca os pontos positivos da equipe mesmo na derrota no Paraguai. “Somos um time em formação, e estamos evoluindo bem. Serve de amadurecimento jogar contra um time formado como o Libertad. Que sirva de crescimento”, apontou.

“Não desprezamos nem fizemos nada para ser surpreendidos. São situações em que nós, ainda em formação, ainda vamos amadurecer”, reforçou Fernando Prass, um dos líderes do elenco até por seus 34 anos de idade.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Goleiro de 34 anos lembra que os brasileiros não sofrem tanto com Amarilla, árbitro que fala português

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