Futebol/Copa Libertadores - ( )

São Paulo valoriza força determinante do banco contra o Strongest

Gabriel Carneiro, especial para a GE.Net São Paulo (SP)

No momento em que o técnico Ney Franco chamou Paulo Henrique Ganso para entrar no lugar de Denílson, aos 16 minutos do segundo tempo, a torcida do São Paulo vibrou. No mesmo minuto, Jadson acertou uma bola no travessão do goleiro Vaca, aumentando ainda mais a expectativa pelo gol de desempate, que só foi marcado aos 34, por Luis Fabiano. O passe para o gol do maior artilheiro do Tricolor em Libertadores – são 12 gols, como Rogério Ceni -, foi justamente do ex-santista, um dos acionados pelo comandante.

A entrada do argentino Marcelo Cañete também incendiou o time, que passou a jogar mais ofensivamente mesmo com um esquema sem os três atacantes, como é a preferência de Ney Franco. Logo após a vitória por 2 a 1 que deu ao Tricolor seus primeiros três pontos na competição continental, o treinador valorizou a força do banco de reservas, de onde saíram Ganso, Cañete e também Fabrício, que tem ganho cada vez mais espaço na equipe.

“Quem saiu do banco foi determinante para a gente buscar a vitória, porque conseguimos uma força maior de ataque no segundo tempo, embora tenhamos corrido riscos. Saímos felizes com o resultado, o que valia eram os três pontos e conseguimos o objetivo”, resumiu o treinador, antes de completar: “Quem estava no banco entrou bem. Foi uma equipe bem escalada, bem posicionada. Procuramos o gol o tempo todo e as mudanças foram decisivas”.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Luis Fabiano abraça os companheiros: do banco de reservas, saiu o autor da assistência de seu gol
De acordo com Ney Franco, as dificuldades encontradas pelo Tricolor na partida ocorreram unicamente por conta do bom time do Strongest, que abriu o placar no Morumbi, mas não conseguiu manter a vantagem: “Sabíamos que seria difícil, porque é a melhor equipe boliviana no momento e tem uma forma de jogar que é a mesma há três anos. Seria um jogo complicado, difícil, teríamos que entrar focados e concentrados. Os gols não saíram no início, o jogo foi se arrastando, mas vencemos”.

Autor da assistência para o gol da vitória e ganhando confiança junto ao treinador, o meia Ganso também celebrou a força do banco de reservas tricolor na vitória desta quinta-feira: “Libertadores é assim: vitória no sufoco. O importante são os três pontos para deixar a gente vivo na tabela. Eu e o Cañete entramos para ajudar e conseguimos superar uma defesa que estava muito bem”.

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