O pênalti que surgiu para o Corinthians definir a vitória sobre o Ituano, aos 40 minutos do segundo tempo, foi visto por Emerson como a oportunidade de colocar para trás a fase ruim. Ele venceu a batalha com Alexandre Pato, Chicão e Douglas para fazer a cobrança e teve seu chute defendido por Vagner, ficando apenas o consolo de o gol do triunfo por 3 a 2 – marcado por Felipe – ter saído na sequência.
Terminada a partida, o Sheik mostrou abatimento com o momento negativo, mas prometeu superá-lo. “A vida é feita de desafios, na área profissional e na área pessoal. Nunca vivi algo assim no futebol, mas estou gostando, porque é um desafio”, afirmou o Sheik.
“Desde que saí de Nova Iguaçu, onde tive um desafio grande, esse pessoal e familiar, sempre dei a volta por cima. Hoje, com 34 anos, estou vivendo um momento que não é o melhor, mas o bacana disso tudo é que tenho certeza de que vou dar a volta por cima”, acrescentou.
O camisa 11 teve bons momentos na partida – como a inteligente assistência para o gol de Edenílson –, mas não conseguiu terminá-la como queria, balançando a rede e dando a vitória ao Timão. “Treinei bastante ontem (sexta). Como de costume, quem vai melhor no treino bate no jogo. No treino, foi uma beleza. No jogo é que está f...”
“Persista
Questionado sobre o momento de Emerson, Tite admitiu que as dores no joelho direito do atacante tem o atrapalhado. O treinador, porém, cobrou empenho do jogador, que lhe tirou a paciência há duas semanas ao chegar atrasado a dois treinos seguidos.
“Não sou um cara de dar as costas, não sou oportunista. Eu sou solidário participativo. ‘Persista, vá trabalhar, que as coisas vão continuar acontecendo.’ Não estar no melhor momento é da vida. O que não pode é deixar de trabalhar, de competir, de correr. Essa é a minha cobrança”, afirmou o treinador.
