No domingo, depois de seu primeiro jogo após quatro partidas vetado por lesão na coxa esquerda, Valdivia pediu que Gilson Kleina tivesse consciência de suas condições físicas para não usá-lo durante os 90 minutos contra o Libertad. E a medida pode ser mantida nesta quarta-feira, contra o Tigre, na Argentina, mesmo sendo um compromisso decisivo para o Palmeiras não se complicar na Libertadores.
“Todos sabem o histórico do Valdivia. Ele é um jogador imprescindível, desde que tenha condições e possa competir, render seu futebol. Não vamos colocá-lo por dois, três jogos e depois ele estourar. Isso não queremos mais”, afirmou o treinador, usando o mesmo discurso para Kleber e Maikon Leite.
Os dois, ao lado do chileno, podem compor o setor ofensivo ideal para Kleina e têm vivência para suportar melhor a pressão do Tigre. Mas também voltam de contusões musculares. “Precisamos saber administrar. Não sou só eu que quero, sabemos da necessidade e da experiência que termos com eles, mas eles vêm de lesões.”
Em caso de manutenção da escalação com Souza, Wesley, Patrick Vieira e Vinicius alternando-se do meio-campo para o ataque sem nenhuma referência na frente, Gilson Kleina já adota um discurso de confiança para eles. Apesar do desempenho abaixo do esperado do setor ofensivo na derrota por 2 a 0 dessa quinta-feira para o Libertad.
“O Libertad é muito bom, tivemos dificuldade contra um time encaixado. Mas vamos dar continuidade, não vamos achar que está tudo errado. Estamos no caminho para o Palmeiras voltar às vitórias”, garantiu o treinador.
