Futebol/Copa Libertadores - ( )

Com "céu e inferno bem próximos", Verdão promete não abaixar guarda

William Correia São Paulo (SP)

Em menos de três semanas, o Palmeiras passou de time contestado pela derrota por 6 a 2 para o Mirassol a um dos destaques do futebol brasileiro, usando sua garra para vencer cinco jogos seguidos e se classificar antecipadamente tanto no Paulista quanto na Libertadores. Mas os atletas não se esquecem do mau momento que viveram recentemente. A promessa é de não se empolgar.

“Temos sempre que desconfiar, estar atentos, sem abaixar a guarda. No futebol, o céu e o inferno estão muito próximos”, ensinou Fernando Prass, jogador mais velho do elenco. “Não podemos nos acomodar. A pior coisa neste momento é se acomodar, achar que as coisas estão bem porque vencemos cinco seguidas”, prosseguiu o goleiro.

Nem mesmo o apoio incessante da torcida em meio aos resultados positivos é considerado permanente. “A torcida apóia até o próximo jogo”, avisou Prass. “Estamos fazendo por merecer em campo. Implantamos uma filosofia e estamos empurrando a torcida para o nosso lado. O segredo é nunca achar que está bom”, indicou Charles.

O volante é um dos que se recordam do vexame em Mirassol para conter o ânimo exaltado dos colegas. “O que passamos aqui, só nós sabemos. Temos que focar cada jogo, não importa qual adversário, e estar sempre preparados. Esse é o espírito: nunca achar que está bom”, insistiu o meio-campista.

Para Gilson Kleina, a chave da manutenção do sucesso é que a equipe não abra mão do que a fez se tornar vencedora: a aplicação em campo. “Não podemos mudar nosso jeito de atuar porque não conquistamos nada”, ponderou o treinador.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Jogador mais experiente do elenco, Fernando Prass lembra que boa fase não pode gerar empolgação

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