Futebol/Copa do Brasil - ( - Atualizado )

Dirigente do Internacional reclama de postura do Rio Branco-AC

Do correspondente Vicente Fonseca Porto Alegre (RS)

O diretor de futebol do Internacional reclamou da postura do adversário colorado em sua estreia na Copa do Brasil. Segundo Luís César Souto de Moura, o Rio Branco-AC se preocupou apenas em não jogar e criar confusão na partida desta quarta, vencida pelo Colorado por 2 a 0. O resultado deu ao time gaúcho a classificação antecipada à próxima fase do torneio.

“Não houve futebol no primeiro tempo. O Inter veio aqui para jogar, e o Rio Branco não queria. Eles só queriam confusão e não deixar o Inter jogar”, disparou o dirigente. “Eles impuseram enormes dificuldades, mas pesou o aspecto físico e os nossos melhores recursos no banco de reservas”, completou, referindo-se à entrada de Caio, autor de um gol e da jogada do outro tento colorado.

Para Moura, a expulsão do meia D’Alessandro, aos 23 minutos de jogo, foi arquitetada pelo Rio Branco: “o Testinha (jogador que se envolveu na confusão e foi expulso com o argentino) entrou para tirar o D’Alessandro de campo, e conseguiu. Essa manobra seria até mais interessante se fosse outro jogador, pois o Testinha é importante para o Rio Branco”, analisou.

O dirigente isentou D’Ale de culpa pela expulsão: “a entrada que o Testinha deu nele foi criminosa. As provocações começaram logo nos primeiros minutos de jogo. É claro que o D’Alessandro é um jogador experiente, que precisa manter a cabeça no lugar, mas o Testinha bateu nele. Foi uma reação instintiva”, finalizou Moura.

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