Futebol/Campeonato Paulista - ( )

Jogo contra Tigre vira modelo, mas ordem no Verdão é não se empolgar

William Correia São Paulo (SP)

Logo após a vitória por 2 a 0 sobre o Tigre, na primeira vez em que o Palmeiras venceu e convenceu neste ano, Souza passou a falar em título da Libertadores. A declaração não sofreu nem sofrerá nenhuma repreensão, já que estar em um clube grande exige conquistas, mas ficou claro o desafio de Gilson Kleina: evitar que seus comandados se empolguem.

“Aqui, precisamos ficar em alerta sempre. Fizemos um grande jogo, com uma vitória consistente, mas não podemos entrar em uma zona de conforto por causa desse jogo. Não dá para ligar o piloto automático e deixar as coisas acontecerem”, disse o técnico, preocupado já no duelo de domingo, contra a Ponte Preta, pelo Campeonato Paulista, embora prepare uma escalação repleta de reservas.

“A vitória de hoje não garante a vitória seguinte, assim como a derrota de hoje não garante a derrota seguinte. Vamos manter o foco, e em cima das soluções para estarmos fortes novamente em outras competições”, prosseguiu o treinador, que tem no discurso de seus atletas a chave para evitar festa exagerada pela atuação de terça-feira.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Até Léo Gago, que não jogou na terça, foi contagiado pela vitória: desafio é colocar os pés do time no chão
“A cobrança é grande, em time grande é assim. Mas a cobrança maior tem que ser entre nós. Vamos tentar repetir uma atuação como essa. Essa partida será um parâmetro”, indicou Fernando Prass. “Ninguém faz o que não sabe. Se fizemos contra o Tigre, é porque temos condições. Precisamos nos cobrar atuações cada vez mais próximas”, continuou o goleiro.

Nas palavras do jogador mais experiente do elenco está o que Kleina mais deseja ressaltar nesta semana: a qualidade da equipe. “Uma vez que podemos jogar dessa maneira, é porque temos capacidade. E vamos fazer isso, tirar de nós. Em vez de lamentação, procurar soluções e ver oportunidades”, indicou o técnico.

“Se jogarmos dessa forma, podem ter certeza de que vamos longe. Tivemos uma intensidade de jogo muito forte, com marcação no campo adversário e ganhando a primeira e a segunda bola no nosso campo. Em momento algum nos acomodamos. Assim, tivemos o controle do jogo”, analisou Kleina que, enfim, tem um jogo importante para usar como exemplo.

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