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Longe da crise tricolor, Adalberto larga corrida em último na Europa

São Paulo (SP)

No dia seguinte à derrota que colocou o São Paulo distante da meta de se classificar para as oitavas de final da Copa Libertadores, o diretor de futebol Adalberto Baptista, longe do ambiente de crise vivido no CT da Barra Funda, participou do último treino preparatório para uma competição automobilística na Europa, quando largará na última posição na categoria de másters.

A Porsche Cup, competição que o dirigente são-paulino participa desde 2008, ocorre em nove etapas, sendo as duas primeiras realizadas no continente europeu – a primeira, neste sábado, em Algarve, e a próxima, no dia 14, em Barcelona. Depois disso, todas as outras provas serão no Brasil. No treino classificatório desta sexta-feira, Adalberto ficou sem tempo e, por isso, largará na 15ª e última colocação. Ricardo Baptista, seu irmão, é bicampeão da categoria e terminou o dia em primeiro lugar.

Em frente ao estádio do Morumbi, na Zona Sul de São Paulo, um muro da praça Pedro Gomes Pedrosa foi pichado durante a madrugada com críticas a Adalberto Baptista, diretor de futebol do Tricolor, que esteve ausente da delegação no compromisso de La Paz. “Adalberto Batista Playboy” foi a ofensa direcionada ao dirigente, que viajou a Portugal nesta semana e não teve a data de retorno anunciada.

Além da manifestação da torcida contra Adalberto Baptista, outra reclamação gerou crise no já tumultuado ambiente do Tricolor: em sua página pessoal no Facebook, a esposa do goleiro Denis criticou Rogério Ceni que, mesmo no sacrifício, entrou em campo para encarar o Strongest pela Libertadores. “Rogério Ceni falha no primeiro gol!!! Ele não dá chance nem pra mãe dele”, postou, e logo depois apagou, a mulher do reserva.

Nesta sexta-feira, nenhum dirigente são-paulino deu as caras no CT da Barra Funda, mesmo que todos tenham retornado da Bolívia de madrugada, em voo fretado, inclusive o presidente Juvenal Juvêncio, que fez questão de defender Adalberto Baptista. Após a atividade física e técnica comandada pelos preparadores físicos Zé Mário Campeiz e Sérgio Rocha, o departamento de futebol definiu que nenhum dos 11 jogadores presentes no treinamento concederia entrevista coletiva.

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