Futebol/Bastidores - ( - Atualizado )

Presidente do Bahia é acusado de formação de quadrilha por advogados

Salvador (BA)

Advogados e torcedores do Bahia, Antônio Rodrigo Machado e Marcus Tonnae Silva, insatisfeitos com o clube e o time, acusaram o presidente Marcelo Guimarães Filho de “estelionato, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha” à Procuradoria Geral da República.

De acordo com os dois, o mandatário do clube baiano tem usado as categorias de base para fins pessoais, juntamente com a empresa Calcio Investments in Sports. O diretor de futebol Paulo Angioni, o coordenador de base Newton Mota e o proprietário da empresa, André Garcia, também foram denunciados.

Divulgação/E. C. Bahia
Presidente, diretor e coordenador das bases do Bahia foram denunciados por formação de quadrilha
A notícia-crime – a denúncia está reunida por matérias de alguns repórteres baianos – está com o procurador Roberto Gurgel, mas ainda não tem prazo para definições. Segundo um dos advogados, casos como este demoram de duas semanas a três meses para serem respondidos.

Pela sua assessoria de imprensa, o presidente do Bahia preferiu não se pronunciar, e ainda afirmou “entender” as acusações, uma vez que “todo o cidadão tem o direito de se manifestar”. Marcelo Guimarães Filho também garantiu estar “tranquilo” com a situação.

No documento, os advogados questionam, por exemplo, as vendas dos meias Gabriel e Filipe, promessas do time tricolor, que renderam mais de R$ 850 mil à Calcio. O investimento inicial declarado pela empresa, fundada em 2011, não passou de R$ 10 mil.

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