Futebol/Copa Libertadores - ( )

Uma semana após admitir erro, Tite vibra com substituição iluminada

Bogotá (Colômbia)

Há uma semana, Tite assumiu a responsabilidade pela cessão do empate ao Penapolense por ter demorado a colocar mais um volante em campo. Após a vitória por 1 a 0 sobre o Millonarios, em Bogotá, ele vibrou pelo papel que exerceu no resultado.

Ainda no primeiro tempo, com o Timão pressionado, o gaúcho reordenou a linha de armadores, equilibrando as ações. Mas foi na etapa final, com a troca de Alexandre Pato por Jorge Henrique, aos 11 minutos, que ele obteve resultado imediato. No primeiro lance após a mexida, Jorge criou o lance do gol.

“A bola tem certas coisas que são extraordinárias. Já passei da idade de não me reconhecer meus erros e falei isso na semana passada. Outras vezes, a gente é iluminado. Pensei: ‘Vou trazer o Jorge para fazer a transição’. Não é que o cara tem a felicidade na primeira bola?”, sorriu o técnico, dividindo os louros com seus auxiliares e lembrando que a saída de Pato estava programada para algum momento até os 25 minutos do segundo tempo.

O lance iniciado por Jorge e concluído por Danilo foi uma das poucas oportunidades do Corinthians em Bogotá. Segundo Tite, a equipe ficou menos com a bola do que gostaria, em parte pelo trabalho dos colombianos, em parte pelas constantes trocas no time por lesão nas últimas semanas. Mas ele gostou da marcação.

“A mobilização, a simplicidade, a não soberba fazem com que a equipe seja competitiva e tenha um desempenho sem a bola impressionante. A gente deu muito poucas oportunidades de infiltração ao adversário. O que perdemos foi posse de bola. A gente queria a posse de bola, mas eles estavam com a marcação adiantada, dificultaram”, comentou.

AFP
Carrinhos como o de Alessandro foram valorizados por Tite, satisfeito com a marcação (foto: Guillermo Legaria)
Depois de mencionar os problemas físicos e o desgaste do Timão, o treinador citou ainda como dificuldade a urgência demonstrada pelo Millonarios. “O técnico deles falou que era o jogo da vida. O time deles precisava da vitória e se expôs, por isso queríamos o contra-ataque. Queríamos posse também, mas precisávamos da velocidade. Tivemos menos posse, mas nossa equipe foi consistente”, resumiu.

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