Futebol/Copa Libertadores da América - ( )

Zagueiro pede que “patinho feio” Palmeiras se mantenha humilde

Estevão Taiar, especial para a Ge.Net São Paulo (SP)

A derrota por 6 a 2 para o Mirassol, no último dia 27, foi um “divisor de águas” para o Palmeiras, na visão do zagueiro Maurício Ramos. Essa mudança de rumo teve um capítulo decisivo na última quinta-feira, com a vitória por 1 a 0 sobre o Libertad e a consequente classificação antecipada para as oitavas de final da Libertadores.

De acordo com o defensor, a goleada para o time do interior acabou fazendo com que o elenco alviverde se unisse e colocasse “os pés no chão” – algo que ele não quer que mude tão cedo.

“Seremos o patinho feito, comendo pela beirada. Cada jogo é o jogo do ano na Libertadores. Vamos chegar longe, creio que possamos ser campeões, mas com a mesma humildade, nos doando, jogando no erro do adversário. O Palmeiras vai ficar mais forte a cada dia jogando desse jeito. Se o time começar a se separar, complica. Temos que segurar os meninos e dar um passo de cada vez”, explica.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Maurício Ramos conversa com o técnico Gilson Kleina
Maurício Ramos chegou ao Palmeiras em 2009, o que faz dele um dos jogadores mais antigos no atual elenco, do qual é também um dos líderes. Ao longo desses quatro anos, ele sofreu lesões graves, viu títulos serem perdidos em momentos decisivos, foi campeão e acabou rebaixado com os demais atletas no ano passado. Com toda essa experiência, o defensor não esconde que chamará a atenção de algum colega caso julgue necessário.

“Se tiver algum jogador escapando, você chega nele e fala que não é assim. Tem que ter os pés no chão, humildade. Estamos reconquistando a torcida, dando o nosso máximo, nos doando em campo. Se subir à cabeça de alguém e ele achar que já está bom, vamos manter os pés no chão, para que cada jogo seja mais do que uma decisão para nós”, afirma.

Mas os quatro jogos de invencibilidade desde a derrota para o Mirassol não deixaram Maurício Ramos totalmente satisfeito. Para o zagueiro, se o elenco mantiver a “humildade”, os jogadores têm totais condições de crescer de rendimento e fazer com que os torcedores - e eles mesmos - vivam dias melhores .

“O Palmeiras vem de um rebaixamento, e a torcida estava muito machucada. Mas estamos dando a volta por cima e nos preparando para o melhor”, garante.

Publicidade

Publicidade


Publicidade

Publicidade


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade