Comercial Expediente Contato
Acompanhe a GE.net
Futebol/Copa Libertadores - ( - Atualizado )

Bruno assume responsabilidade por eliminação com “erro grotesco”

São Paulo (SP)

Há 15 dias, quando o Palmeiras surpreendeu e segurou o Tijuana no México, Bruno foi o protagonista. Com grandes defesas, o goleiro espantou a desconfiança da torcida e garantiu o empate sem gols no estádio Caliente. Confiante e sob olhares atentos de dois ídolos na posição da história alviverde, o camisa 1 falhou feio nesta terça-feira e saiu do Pacaembu como vilão na eliminação nas oitavas de final da Copa Libertadores da América.

Eram jogados 26 minutos do primeiro tempo, quando a defesa do Verdão saiu jogando errado e a bola ficou nos pés de Fernando Arce. O meia, que marcaria um golaço no segundo tempo, tocou para Fidel Martínez e o equatoriano desmontou a defesa palmeirense com um passe para trás. Riascos chegou batendo de primeira, sem força, e Bruno foi seguro para fazer a defesa. O goleiro se atrapalhou e a bola morreu no fundo do gol para desespero da torcida.

Já no intervalo, o arqueiro teve de se explicar sobre o lance e, já ao final da partida, resolveu assumir toda a culpa pela queda na competição internacional. “Foi um erro grotesco que não poderia ter acontecido. Meu erro foi determinante para o resultado da partida. Eu assumo toda a responsabilidade pela derrota. Minha situação aqui não muda, pois confio no meu potencial. Foi um erro, sim, mas acontece”, falou à Fox Sports.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Frango de Bruno no primeiro tempo deixou jogadores do Palmeiras abalados para a sequência da partida
Para deixar a torcida ainda mais abalada com a falha do goleiro, dois grandes ídolos da posição estiveram presentes no Pacaembu. Enquanto São Marcos assistiu à partida em um dos camarotes do estádio, seu antecessor Velloso preferiu apoiar o Verdão no meio dos torcedores. Antes do duelo com o Tijuana, ambos foram muito festejados pelos alviverdes.

Segundo o polivalente Marcelo Oliveira, o gol sofrido no primeiro tempo fez ruir todos os planos do time treinado por Gilson Kleina. O camisa 26 era dúvida até poucas horas antes do jogo e revelou que teve de tomar infiltrações na região das costas para poder entrar em campo.

“Joguei com infiltração nas costas, foi muito difícil de suportar, mas isso não é desculpa. Tomar gol em casa é complicado em uma competição como a Libertadores. E infelizmente isso acabou acontecendo. Agora é levantar a cabeça”, lamentou o lateral esquerdo e volante, que já pensa na disputa da Série B do Campeonato Brasileiro.

Publicidade


Publicidade


Publicidade

Publicidade

Publicidade