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Futebol/Bastidores - ( )

Brunoro pede paciência e ‘blinda’ Valdivia e elenco de críticas

São Paulo (SP)

As constantes lesões de Valdivia nos últimos anos têm sido um dos empecilhos para o meia mostrar o futebol que o tornou ídolo do Palmeiras em 2008. O diretor executivo do clube, José Carlos Brunoro, garantiu que a volta do jogador aos gramados não será apressada, a fim de evitar novos problemas físicos.

“Não temos pressa com o Valdivia, quando ele voltar vai ser para valer. A gente vai programar para ele ter uma condição de trabalho perene. Como o Corinthians faz com o Pato e o São Paulo fez com o Ganso”, disse o dirigente nesse domingo, no programa Mesa Redonda, da TV Gazeta.

No último dia 15, Valdivia foi diagnosticado com uma lesão na coxa direita, que deve afastá-lo dos gramados por mais dez dias. Se o discurso da diretoria é de apoio ao meia, o mesmo acontece em relação ao resto da equipe, que também vem sofrendo com as lesões – atualmente são seis os atletas no departamento médico.

“Sempre ficam com essa história de que o Palmeiras é um time fraco, mas ele está no mesmo lugar que os outros chegaram. Tivemos contusões e não temos reposição à altura pelo pouco tempo de trabalho para repor. Temos que ter paciência para que o Palmeiras volte a ser um grande time. Dou razão ao torcedor para ficar cismado, mas estamos no mesmo lugar que os outros chegaram”, afirmou.

Além das lesões, Brunoro não escondeu que o Palmeiras vem sofrendo com outros tipos de problema. O diretor voltou ao clube no começo do ano, em um momento de turbulência financeira e política, por conta do rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro. Assim, ele mais uma vez ‘blindou’ os atletas das questões exteriores às quatro linhas.

“Falamos para eles que todos os problemas seriam resolvidos pelo (presidente Paulo) Nobre, por mim e pelo Omar (Feitosa, gerente de futebol). O que viesse de fora seria mentira. Sobre a situação financeira, conversamos abertamente com eles para falar quando atrasaria e quando pagaria. Ainda há direitos de imagem atrasados. Limitamos a entrada de pessoas externas ao CT. Tinha muita gente. Conversamos até com conselheiros para evitar a entrada deles. É para preservar os dirigentes também. No vestiário, não entra ninguém se a gente não autorizar”, disse.

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