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Clientes pressionam e Allianz já cogita nomear estádio como Palestra

William Correia e Marcelo Belpiede São Paulo (SP)

A seguradora alemã Allianz desembolsará R$ 300 milhões por 20 anos para colocar seu nome no reformado estádio do Palmeiras e, para firmar sua marca, optou inicialmente por tirar qualquer nomenclatura relacionada a Palestra Itália. Mas a pressão contra a novidade veio até de clientes e a empresa cogita mudar de ideia.

A Gazeta Esportiva.net apurou que a empresa se assustou com a repercussão negativa dos nomes propostos. Na semana seguinte ao anúncio, clientes enviaram e-mails avisando que romperiam o vínculo com a Allianz em protesto às alternativas oferecidas para batizar a arena, com reinauguração marcada para 2014.

Os alemães não gostariam de usar Allianz Palestra, como pensado inicialmente, por temer que o estádio continuasse conhecido apenas como “Palestra”, reduzindo o impacto que a empresa planejou ter ao assinar a detenção dos naming rights da arena com a WTorre, construtora responsável pelas obras e a administração do local por 30 anos.

O problema é que Allianz Parque (preferida entre os dirigentes), Allianz 360 e Allianz Center não agradaram mesmo quem já conta com os produtos da empresa. Funcionários da seguradora estudam com cuidado para saber se os nomes atuais não causarão mais rejeição do que adeptos. Por isso, Allianz Palestra é cogitado.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Diretoria do Palmeiras não se opôs publicamente aos nomes da Allianz, mas tinha alertado para o impacto negativo
Nenhum membro da diretoria do Palmeiras se colocou publicamente contrário aos nomes colocados pela Allianz como opção, mas os alemães já tinham ouvido de dirigentes que a consequência por tirar Palestra seria mais negativa do que positiva. No clube, preveem que a empresa perderá dinheiro se cometer o que é considerado um erro.

A Allianz também vetou o nome Allianz Palmeiras porque não quer ser atrelada a um clube, e sim a uma arena multiuso. A empresa nem cogita patrocinar nenhuma equipe, mesmo o Verdão. Mas dirigentes a informaram que o público palmeirense tem um poderio financeiro que não pode ser ignorado ou desperdiçado com uma escolha errada de nome. O alerta, enfim, parece que deve ser escutado.

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