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Futebol/Copa Libertadores - ( - Atualizado )

Corinthians nega que tenha pedido escalação de Amarilla à Conmebol

São Paulo (SP)

Antes mesmo da eliminação do Corinthians da Copa Libertadores da América, a imprensa argentina suspeitava que o clube brasileiro houvesse interferido na escalação de Carlos Amarilla para trabalhar no jogo de volta das oitavas de final com o Boca Juniors, na quarta-feira. O paraguaio foi apontado pelos corintianos como o principal culpado pelo empate por 1 a 1 no Pacaembu e a consequente desclassificação.

Antes, o colombiano Wilmar Roldán estava escalado para apitar o jogo decisivo de quarta-feira. A mudança imposta pela Conmebol ocorreu em meio a uma viagem de Mário Gobbi, presidente do Corinthians, e seu antecessor Andrés Sanchez à sede da entidade e causou estranheza em Carlos Bianchi, técnico do Boca Juniors.

Em comunicado oficial, no entanto, o Corinthians alegou que mandou seu principal dirigente à Conmebol apenas com a missão de parabenizar Eugenio Figueredo, substituto de Nicolás Leóz na presidência da entidade.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Corinthians negou que tenha pedido a presença de Carlos Amarilla no Pacaembu na noite de quarta-feira
Confira a nota oficial divulgada pelo Corinthians:

“No último dia 08 de maio, Mário Gobbi Filho, presidente do Sport Club Corinthians Paulista, e Andrés Sanchez, ex-presidente e conselheiro vitalício do clube, estiveram na sede da Conmebol, em Assunção, no Paraguai, para almoçar com Eugenio Figueredo, novo presidente da entidade. Durante a visita, os representantes corintianos lhe desejaram uma boa gestão, como fazem com todos os clubes, mas em nenhum momento falaram sobre arbitragem”.

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