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Futebol/Copa Libertadores - ( - Atualizado )

Gobbi lembra punição ao Timão e cobra providência contra Amarilla

Helder Júnior e Marcos Guedes São Paulo (SP)

O presidente Mário Gobbi não se esqueceu da punição que a Conmebol aplicou ao Corinthians pela morte do garoto boliviano Kevin Espada, em partida contra o San José, logo na primeira rodada da Copa Libertadores da América. No último jogo de sua equipe no torneio, ele citou o episódio ao culpar a atuação do árbitro paraguaio Carlos Amarilla no Pacaembu pela eliminação diante do Boca Juniors.

“Espero que a Conmebol tome providências. A sua comissão de disciplina, que tão bem soube nos punir, deve proceder da mesma forma contra quem comete esses erros”, cobrou Gobbi, sem citar o nome de Carlos Amarilla. “O que houve aqui foi lamentável, muito triste. A vida não é só feita só de vitórias. É triste falar isso, ainda mais porque não fomos nós que perdemos. Fizeram-nos perder.”

As principais queixas do Timão se referem a dois gols legítimos anulados (um de Romarinho no primeiro tempo e outro de Paulinho no segundo), a dois pênaltis (um toque de mão de Marín e uma falta sobre Emerson) não assinalados e aos critérios utilizados por Amararilla durante o empate por 1 a 1 com o Boca, na noite desta quarta-feira. O paraguaio foi conivente quando os argentinos retardaram a partida, porém aplicou advertências exemplares às reclamações corintianas.

“O Corinthians fez uma bela partida e não conseguiu marcar os gols que precisava. Temos responsabilidade nisso, mas é imperioso deixar consignada a atuação lamentável do árbitro da partida. Ele deixou de marcar dois gols nossos e um pênalti no primeiro tempo, no lance em cima do Sheik. Há ainda quem diga que houve um segundo pênalti, em uma jogada que não revi. O Amarilla conduziu a partida muito mal. Deixou a desejar e influiu diretamente no resultado”, chiou novamente Mário Gobbi.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
O primeiro erro capital de Amarilla ocorreu no toque de mão de Marin dentro da área; Sheik levou cartão

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