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Futebol/Campeonato Paulista - ( - Atualizado )

Irritado, Léo se esquiva sobre Timão e Boca: “Torço pelo Santos"

Do correspondente Rodrigo Martins Santos (SP)

Jogador mais experiente do Santos, com 37 anos, o lateral-esquerdo Léo sempre fez declarações polêmicas às vésperas de jogos importantes. Apesar da proximidade do segundo jogo da final do Campeonato Paulista contra o Corinthians, domingo, na Vila Belmiro, o camisa 3 do Peixe optou por evitar qualquer tipo de atrito com o rival. Por isso, o jogador se esquivou ao ser indagado sobre quem irá levar a melhor no duelo entre Timão e Boca Juniors (ARG), na noite desta quarta-feira, no Pacaembu, pelas oitavas de final da Copa Libertadores da América.

“Vou torcer para o Santos no domingo”, disparou Léo, que se irritou com a pergunta em sua entrevista coletiva e deixou a Sala de Imprensa do CT Rei Pelé.

Antes disso, o tom das respostas do veterano lateral era ameno e de total respeito aos corintianos. “O Corinthians é difícil de ser batido, em qualquer circunstância, independentemente do que aconteça (contra o Boca). Não podemos esquecer que, individualmente, eles têm jogadores que podem decidir”, ponderou.

Ricardo Saibun/Santos FC
Sempre polêmico, Léo evitou falar do confronto entre Corinthians e Boca e pregou respeito ao Timão no Paulistão
Outro tema que deixou Léo irritado foi a troca de camisas com o atacante do Timão, Emerson Sheik, ao final do primeiro confronto da final, no último domingo, no Pacaembu. No ano passado, durante a participação do Corinthians no Mundial de Clubes da Fifa, o ala santista fez uma provocação aos rivais, que não foi bem recebida pelos atletas do Timão, especialmente por Sheik.

Léo ironizou o prejuízo causado por alguns torcedores corintianos, durante o embarque da equipe para o Japão, ao declarar que: “quem está acostumado com rodoviária não pode ir a aeroporto”. Em sua conta pessoal no twitter, Emerson Sheik rebateu o camisa 3 do Peixe e, durante a festa do título mundial do Timão, ainda provocou, com gritos de “chupa, Léo”.

“O que passou, passou. Aquilo ali está acabado. Ele me deu abraço, eu dei um abraço nele. Ele me tratou com muito respeito, assim como eu também o tratei. Tanto que nós trocamos de camisa, ao final do jogo, como profissionais que somos. Não tem nenhum problema. Nem sei o porquê deste assunto ser colocado”, finalizou.

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