Futebol/Copa Libertadores - ( - Atualizado )

Kleina elogia marcação e jogo simples da equipe e reclama de árbitro

Tijuana (México)

Gilson Kleina foi para o México preocupado com a bola parada e os lançamentos do Tijuana buscando Riascos e Fidel Martínez nas pontas. E saiu do estádio Caliente satisfeito. O técnico do Palmeiras até deu bronca quando o time se empolgou ao não fazer simples e, após o 0 a 0, só reprovou mesmo a atuação do árbitro.

O treinador chegou a ser advertido pelo quarto árbitro da partida por ficar por mais de dez minutos reclamando de um toque sofrido por Wesley na área, ao oito minutos de jogo, no qual o uruguaio Martin Vázquez mandou o jogo seguir. No segundo tempo, ainda puniu só com cartão amarelo um carrinho por trás de Gandolfi em Vinicius.

“Além de pênalti, poderia gerar cartão e, na sequência, o jogador seria expulso”, disse Kleina, sobre o lance de Wesley, e se irritando mais com a falta em seu atacante. “Foi uma jogada muito violenta, por trás. Se pegasse um pouquinho mais em cima, poderia gerar uma fratura no Vinicius”, reclamou o técnico, que viu o médico Rubens Sampaio quase ser expulso por se desesperar com a falta do zagueiro argentino.

AFP
O uruguaio Martin Vázquez mostra cartão para Charles: Kleina queria mais rigor com o Tijuana
Em relação aos seus jogadores, o treinador aprovou até a atuação em meio à pressão exercida pelos anfitriões na reta final do confronto. “Conseguimos uma postura equilibrada. No segundo tempo, sabíamos que alçariam muito a bola e viriam para o abafa”, comentou, feliz com seus comandados.

“Tivemos cuidados. Os perigos aconteceram quando espaçamos, achamos que estávamos no controle, tentamos sair por dentro e demos contra-ataques ou não definimos. Assim, o Tijuana saiu na cara do Bruno. Quando simplificamos com passe diagonal e a parede com o Kleber para a chegada de trás, fomos superiores”, comemorou.

A postura no campo sintético também gerou elogios do chefe. “Para o brasileiro, é difícil jogar assim. Nossa leitura é domínio e passe, e aqui não dá, fazem marcação sob pressão. O futebol aqui é muito rápido, toda bola é lançada em profundidade para jogada em velocidade. Mas nos adaptamos bem”, enalteceu.

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