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Futebol/Bastidores - ( - Atualizado )

Mesmo sem contrato, Palmeiras ainda treina com Kia nos uniformes

William Correia São Paulo (SP)

O acordo entre Palmeiras e Kia acabou no domingo, mas o time treinou nesta segunda-feira com a marca da montadora não só nos uniformes de jogadores e comissão técnica, mas também no banner localizado na sala de entrevistas da Academia de Futebol. Os sul-coreanos tiveram seu logo exposto no anúncio da Meltex como parceira que deu sobrevida ao basquete no clube.

A explicação para a manutenção do nome da ex-patrocinadora é logística. Em relação à camisa, a beneficiada foi a Adidas. A empresa fornecedora de materiais esportivos lançará um novo jogo de uniformes nesta terça-feira, e a escolha foi por não acabar diminuindo a qualidade do produto atual com panos cobrindo os espaços que eram da Kia.

Sobre o banner, o trabalho é do marketing. É necessário que o clube acerte com novos patrocinadores para a troca do papel que aparece ao fundo de todas as entrevistas coletivas no centro de treinamento. Por enquanto, a Kia permanecerá no local mesmo sem desembolsar mais nada por isso.

A partir desta terça-feira, é possível que o grupo de jogadores e a comissão técnica passe a usar um modelo ‘limpo’, ao menos sem a marca da montadora no peito, nas costas e na barra da camisa. Assim como o uniforme que será lançado no final da manhã, no Pacaembu. Para sábado, estreia na Série B, uma empresa só terá seu logo se fizer um acerto pontual - válido apenas por um curto período ou mesmo um jogo.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Time deve treinar com novos uniformes, sem logo da montadora sul-coreana, após lançamento desta terça-feira
Entre as empresas interessadas nos espaços vagos, está o banco Itaú. O Palmeiras oferece três opções: contrato de oito meses, visando só a disputa da Série B do Brasileiro; um ano, concluindo ao final do Paulista de 2014; e 20 meses, até pagando mesmo neste ano para se garantir, desembolsando mais, como parceiro durante toda a temporada de 2014, ano do centenário do clube.

O objetivo é conseguir na soma de patrocinador máster e barras da camisa quase R$ 3 milhões mensais, mais do que o dobro do valor pago pela Kia no ano passado (R$ 1,4 milhão). Neste ano, os sul-coreanos desembolsaram só R$ 1,5 milhão de fevereiro a maio, já que não tinham dinheiro para manter o valor anterior e o Verdão, àquela época, ainda não tinha reestruturado seu marketing para buscar um patrocínio mais lucrativo.

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