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Futebol/Bastidores - ( )

Sem contato são-paulino, Denilson diz: "Acredito que não fico"

Tossiro Neto São Paulo (SP)

As esperanças de Denilson de permanecer no São Paulo ao fim de seu contrato, em 30 de junho, estão cada vez menores. Depois da vitória de quarta-feira sobre o Vasco, o volante mais uma vez lamentou o não posicionamento da diretoria quanto ao assunto.

"É difícil até dizer algo, nem sei o que vai acontecer. Acredito que não (fico). Se não falaram nada, é porque eu não fico", disse o jogador, considerado pelo técnico Ney Franco como peça fundamental de sua equipe.

Prata da casa, Denilson está emprestado pelo Arsenal, que já estendeu o acordo uma vez. Como seu vínculo com o clube inglês, o qual defendeu de 2006 a 2011, vence em dezembro - com opção de renovação automática se for da vontade dos ingleses -, o São Paulo se vê obrigado a comprar seus direitos econômicos.

Campeão da Sul-americana no ano passado, o volante sempre manifestou desejo de seguir vestindo a camisa tricolor. No fim da temporada passada, a diretoria são-paulina compartilhava desse discurso, porém deixou o assunto esfriar depois da virada do ano.

Diante das seguidas declarações de Ney Franco de que não abre mão de Denilson, o diretor de futebol, Adalberto Baptista, prometeu agendar reunião com o advogado do jogador ainda nesta semana. O próprio atleta, no entanto, não cria expectativa.

Se ele não continuar, o treinador precisará novamente mexer no meio-campo. Atualmente, Denilson forma dupla com Rodrigo Caio, enquanto Wellington, seu antigo parceiro, foi relegado à reserva. Outra alternativa já utilizada é Maicon como segundo volante.

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