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Futebol/Campeonato Mineiro - ( )

Vaiado e apoiado, Guilherme minimiza polêmica com torcida

Belo Horizonte (MG)

Aos 26 minutos do primeiro tempo da partida deste domingo, contra o Tombense, que garantiu a classificação do Atlético-MG à final do Campeonato Mineiro, Bernard deixou o campo reclamando de dores no ombro esquerdo. Em seu lugar, Cuca optou pelo atacante Guilherme, muito vaiado e apoiado pelo público presente no Independência.

Em diversos momentos em que tinha a bola, parte da torcida vaiava o jogador. Grande parte disso também foi causado por causa das declarações de seu empresário, que chegou a declarar que o atleta não estava contente com a falta de espaço e que poderia buscar outros clubes. Ao ser questionado sobre a situação, o atacante contrariou as especulações e defendeu o empresário.

“Eu sei da minha importância no grupo. Não incomoda isso de ficar de fora. Tenho que mostrar meu trabalho para poder ajudar o grupo. Não posso colocar a culpa no meu empresário”, declarou Guilherme.

Se de um lado o jogador não agradava, do outro, recebia mensagens de apoio da torcida. Aos 29 minutos do segundo tempo, inclusive, após o árbitro interpretar mão do jogador do Tombense dentro da área e marcar pênalti, o nome do atacante foi gritado nas arquibancadas. Após o apelo, Alecsandro deu a bola para o companheiro, que não desperdiçou.

“Eu tive a oportunidade, mas, antes, eu já queria bater. Só de vestir a camisa do atlético-MG já é uma grande responsabilidade. A gente que é atacante sempre está pedindo para bater e o pedido da torcida só ajudou ainda mais”, concluiu.

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