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Futebol/Copa Libertadores - ( - Atualizado )

Valdivia reclama menos de dores, mas não deve enfrentar o Tijuana

William Correia São Paulo (SP)

As informações do departamento médico do Palmeiras ainda não são tão positivas como Gilson Kleina queria. Valdivia mostrou evolução no tratamento de sua lesão na coxa direita, diz sentir menos dores e já começou os trabalhos de fortalecimento muscular. Mas dificilmente estará recuperado para enfrentar o Tijuana, no dia 14.

A possibilidade de o meia entrar em campo depende só de seu relato, já que os exames demonstram que a contusão está cicatrizada há semanas. Entretanto, os médicos consideram “quase nula” a chance de o camisa 10 estar à disposição, pois ainda não deve nem trabalhar no gramado da Academia de Futebol nesta semana.

O jogador completará dois meses com desfalque exatamente no dia do confronto diante dos mexicanos, válido pelas oitavas de final da Libertadores, no Pacaembu. Logo após o clube o impedir de participar do amistoso entre Chile e Brasil, o meia, que já afirmou publicamente que a seleção é a sua prioridade no ano, alegou sentir dores na coxa direita e pediu para continuar fora das partidas.

E Valdivia não é o único machucado que dificilmente será escalado no Pacaembu. Entre os que estão tratando de lesão, quem está em estágio mais avançado é Patrick Vieira, meia que teve contusão na coxa esquerda, mas acabou de começar atividades físicas leves, correndo em volta do gramado.

Vilson, que passou por artroscopia no joelho esquerdo há duas semanas, já realiza exercícios na bicicleta ergométrica, mas ainda é dúvida mesmo para a estreia da equipe na Série B do Brasileiro, no dia 25, contra o Atlético-GO. O mesmo ocorre com Fernando Prass, que também trabalha na musculação para tratar de lesão no ombro esquerdo, mas dificilmente entrará em campo neste mês.

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