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Futebol/Campeonato Brasileiro - ( )

Ambiente do Fla e lesões: obstáculos para a ascensão de Diogo

Bruno Grossi, especial para a GE.net São Paulo (SP)

Diogo surgiu para o futebol na Série B do Campeonato Brasileiro de 2007 como grande promessa para o futuro da Portuguesa. No ano seguinte, a expectativa era de que o atacante estourasse no Campeonato Paulista, mas uma fratura no tornozelo adiou a exposição do garoto para o País. Bastaram alguns gols no Campeonato Brasileiro, no entanto, para que a revelação buscasse a sorte na Europa.

O destino foi o Olympiacos e a recepção de gala. A festa da torcida na apresentação empolgou Diogo, que ficou com a camisa 10 do clube e foi a principal peça na conquista do Campeonato Grego da temporada 2008/09 ao marcar gols decisivos em clássicos com o AEK e com o Paok. E o sucesso na Grécia permanece vivo na memória do jogador.

“Eu tive a oportunidade de ir para fora, uma chance boa para mim e para a Lusa, que ficou bem financeiramente. Lá no Olympiacos eu tive um primeiro ano muito bom”, relembrou Diogo à GazetaEsportiva.net, antes de lamentar a série de lesões musculares que atrapalharam a segunda temporada no time alvirrubro: “No segundo tive contusões que me atrapalharam e meu rendimento não foi como eu esperava”.

Divulgação/Flamengo
Diogo e Deivid foram apostas de Zico para formar o ataque do Flamengo no segundo semestre de 2010
Em 2010, entretanto, a chance da redenção apareceu. Embalado pela conquista do Campeonato Brasileiro no ano anterior e buscando suprir a perda do Império do Amor, formado por Vagner Love e Adriano, o Flamengo viu em Diogo o nome ideal para reforçar o ataque. Para deixar a oportunidade mais especial, a lenda Zico, dirigente na gestão de Patrícia Amorim, foi responsável por convidar o atacante que seria parceiro do experiente Deivid. O resultado, porém, foi completamente distinto.

“No meu terceiro ano de contrato tive a oportunidade de vir para o Flamengo a convite do Zico. O problema é que cheguei em um ano conturbado para o clube com o caso do goleiro Bruno (acabou preso por encomendar o assassinato de Elisa Samudio), da saída do Adriano. Para o Flamengo foi um ano muito ruim e isso atrapalhou”, analisou o jogador de 26 anos.

Ricardo Saibun/Santos FC
Diogo pouco atuou pelo Santos, mas levantou taças do Paulista e da Libertadores
O futebol apresentado com a camisa da Lusa ainda causava boa impressão no futebol paulista e Diogo teve a chance de retornar a São Paulo para vestir as cores do Santos. Mais uma vez o atacante teve de encarar longos períodos no departamento médico e ainda viu a dupla formada pó Neymar e Borges deixá-lo sem espaço para assumir a titularidade no Peixe.

“No Santos foi uma infelicidade minha mesmo. Tive uma lesão de três meses e meio por uma fratura nas costas, que posso dizer ter sido o momento mais difícil na minha carreira. Depois o time entrosou bem e não tinha mais espaço pra mim. Neymar, que é o melhor do Brasil, e Borges fazendo gols. Foi bom ter participado, foi um grupo bom de trabalhar. Ganhei Campeonato Paulista, Libertadores, foi tudo muito bom”, vibrou Diogo, que tenta recuperar o status de ídolo incontestável na Portuguesa.

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