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Futebol/Bastidores - ( )

Após protesto, Leco admite suceder criticado Juvenal em 2014

Tossiro Neto São Paulo (SP)

Distante das decisões do futebol do São Paulo, mas sempre próximo do time, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, admitiu na quarta-feira, após a derrota para o Goiás e os protestos da torcida contra Juvenal Juvêncio, a possibilidade de se ser o candidato da situação às eleições presidenciais de 2014.

"Não sou candidato ainda a nada. Simplesmente me mantenho preparado para, se tiver que ser, sê-lo de boa forma", disse, com sorriso no rosto, o vice-presidente, único dirigente a falar depois do revés por 1 a 0 no Morumbi, o primeiro no Campeonato Brasileiro – ninguém da cúpula de futebol deu as caras.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Leco se diz preparado para assumir a presidência
Leco, entretanto, minimizou os gritos de torcedores contra seu amigo Juvenal. "Foi uma reação emocional, situada em um contexto de exploração política. Isso acontece. Sai como que um descarrego por parte de quem fica muito angustiado pelo resultado do time".

O mandato atual de Juvenal vai até abril do ano que vem, quando será realizado pleito para definir o presidente do triênio seguinte. "Espero que seja alguém com qualidade", observou Leco, ainda sorridente e evitando fazer comentários sobre o trabalho de Ney Franco, igualmente questionado pelos torcedores.

Por fim, em meio às seguidas perguntas sobre um eventual retorno de Muricy Ramalho, o vice-presidente desconversou sobre a simpatia por um ou outro treinador.

"Não sei se serei o presidente no ano que vem. É uma análise que terei que fazer somente na ocasião. Hoje, não tenho nenhum treinador de preferência", esquivou-se.

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