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Futebol/Copa das Confederações - ( - Atualizado )

Após vitória, Buffon relembra Euro e se contenta em chegar às semifinais

Rio de Janeiro (SP)

Desacreditada após o melancólico empate com o Haiti na preparação para a Copa das Confederações, a Itália precisou de apenas 90 minutos para mostrar sua força na competição da Fifa. A convincente vitória por 2 a 1 sobre o México neste domingo, no entanto, não tirou a sobriedade do goleiro Gianluigi Buffon, que admitiu se contentar com uma vaga nas semifinais do torneio realizado no Brasil.

"Seria um ótimo resultado se conseguíssemos chegar entre os quatro melhores”, afirmou o capitão da seleção italiana, que ainda relembrou a Eurocopa de 2012 para explicar a força da Squadra Azzura.

Na ocasião, a Itália chegou à Polônia e Ucrânia, sedes da competição, desmotivada, e como zebra. Lá, arrancou um empate com a Espanha no primeiro jogo, eliminou os favoritos alemães nas semifinais e foi derrotada somente na final contra a campeã La Roja.

"Queremos fazer como na Euro, mostrar que somos competitivos e provar que estamos em alto nível. Seria um sinal da continuidade do nosso trabalho, que já dura três anos. Sempre conseguimos dar uma grande resposta em partidas muito importantes", disse o goleiro.

A seleção italiana estreou na Copa das Confederações neste domingo, diante do México, no estádio do Maracanã. Com gols de Pirlo e Balotelli, a Azurra confirmou o seu domínio em todo o jogo e venceu por 2 a 1.

AFP
Buffon não se empolgou com a convincente vitória italiana diante do México na estreia na Copa das Confederações

"Jogamos contra uma seleção que temíamos e respeitávamos, e que tradicionalmente cria muita dificuldade. Fizemos por merecer a vitória, jogamos melhor e criamos mais oportunidades. Mostramos que tínhamos mais qualidade do que eles", analisou Bufon, atleta mais experiente do atual elenco italiano, com 35 anos.

Na próxima rodada, a Itália enfrenta o Japão, quarta-feira, às 19 horas (de Brasília), na Arena Pernambuco. Depois, encerra sua participação na primeira fase diante do Brasil, domingo, em Salvador. Para o arqueiro, não haverá favorito no confronto mais esperado do Grupo A da competição.

"Não sei se somos melhores que eles (Brasil), que vão jogar em casa. Isso nos motiva e dá energia para nós", encerrou.

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