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Futebol/Copa das Confederações - ( )

Cansados, italianos exaltam atuação japonesa e já temem Neymar

São Lourenço da Mata (PE)

Parecia discurso ensaiado, mas todos jogadores da Itália deixaram a Arena Pernambuco no noite da última quarta-feira reconhecendo a superioridade do Japão na partida que terminou com vitória europeia por 4 a 3. E esgotados fisicamente, os integrantes da Squadra Azzurra já se mostram preocupados com Neymar e companhia.

“É um time muito organizado, um time que tem ótimas individualidades. Acredito que pode ser um dos times com maiores possibilidades de melhora no futuro”, analisou o técnico Cesare Prandelli sobre os japoneses, antes de ter a opinião compartilhada pelo zagueiro Barzagli: “Eles é que jogaram bem, nós sofremos muito durante essa partida”.

AFP
Barzagli havia falhado no primeiro jogo, teve trabalho no segundo e já teme ataque do Brasil
O defensor também foi o primeiro a dar sinais de preocupação com a Seleção Brasileira, adversária de sábado, às 16 horas (de Brasília) na Arena Fonte Nova, na briga pela liderança do grupo A da Copa das Confederações. Segundo Barzagli, os italianos ficaram impressionados com os minutos que assistiram da vitória brasileira por 2 a 0 sobre o México.

“O mais importante agora é a gente se recuperar fisicamente. Eu vejo Neymar, vejo que são fantásticos, aqueles jogadores todos”, exaltou o camisa 15 da Itália. A ideia de descansar até sábado foi reforçada por Maggio, que voltou a valorizar o desempenho do Japão: “Precisamos recuperar as nossas forças e tentar enfrentar o Brasil inteiros. Eles surpreenderam muito. Principalmente alguns jogadores que jogaram muito bem”.

Já o goleiro e capitão Buffon lembrou que a eletrizante partida contra os japoneses agradou a atacantes, torcedores e jornalistas, mas que deixou goleiros e defensores de cabelo em pé. O líder da Azzurra admitiu a superioridade dos nipônicos, mas preferiu valorizar a maturidade de seus companheiros para buscar um resultado em situações adversas.

“Foi uma boa partida, os telespectadores e os atacantes gostaram muito. Os goleiros e defensores é que não gostaram muito. Provavelmente a experiência, com todas as dificuldades pelas quais passamos, foi essencial. Somente um time de especialistas poderia vencer dessa maneira”, destacou.

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