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Futebol/Copa das Confederações - ( - Atualizado )

Com ingresso ganho, taitiano sonha com vitória: "Por que não?"

Tossiro Neto, enviado especial Belo Horizonte (MG)

A arquibancada do Mineirão terá nesta segunda-feira mais brasileiros do que torcedores dos países envolvidos no confronto entre Taiti e Nigéria, o jogo de menor projeção da Copa das Confederações. Mas pelo menos um pequeno - e confiante - grupo de taitianos assistirá à partida.

Em meio a mineiros com uniformes de Atlético-MG, Cruzeiro ou Seleção Brasileira, quatro amigos se destacavam na entrada do estádio por falarem francês com animação, vestirem camisas vermelhas e carregarem uma bandeira da pequena nação, autografada pelos jogadores.

Há três dias no Brasil, eles não pagaram nada para ver o jogo. "Foi um presente da Federação (Taitiana de Futebol). Temos amigos lá", disse Roche, de 52 anos. A exemplo dos atletas e do técnico Eddy Etaeta, o torcedor reconheceu a superioridade técnica do adversário, campeão africano.

Tossiro Neto/Gazeta Press
Roche, de 52 anos (à direita), ganhou uma entrada da Federação Taitiana de Futebol
"A Nigéria tem um grande time, é muito mais experiente internacionalmente. Espero que nossa equipe jogue com o coração", comentou, sem apostar em um palpite. Porém, ao ser perguntado se acreditava em uma surpreendente vitória de sua seleção, abriu um largo sorriso: "Por que não?".

Na 138ª colocação do ranking da Fifa, a representante da Oceania é a seleção que atrai menos público no torneio intercontinental. Para o jogo desta segunda-feira, foram vendidos até sábado 17.210 ingressos. Nessa relação parcial da primeira fase, o segundo pior público também é de compromisso do Taiti: para o duelo com o Uruguai, 20.197 bilhetes foram comercializados.

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