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Futebol/Copa das Confederações - ( - Atualizado )

Japoneses lamentam falta de sorte em atuação de gala contra Itália

São Lourenço da Mata (PE)

O Japão impressionou o mundo nesta quarta-feira ao dominar a Itália por boa parte do confronto na Arena Pernambuco. Os asiáticos acabaram cedendo a virada por 4 a 3 e deram um precoce adeus no grupo A da Copa das Confederações. O brilho da atuação, entretanto, não foi apagado e a falta de sorte lamentada por cada jogador da equipe.

Relembrando o cansaço na derrota por 3 a 0 para o Brasil na estreia, o lateral direito Uchida não escondeu a ira com o resultado negativo em São Lourenço da Mata, mas respirou fundo e valorizou o desempenho dos companheiros diante de uma seleção tão tradicional como a italiana, tetracampeão mundial.

“Nós estávamos cansados demais, mas o Brasil jogou bem e realmente não deu para a gente ganhar. Agora realmente nós jogamos bem, foi um teste e conseguimos mostrar que podemos encaixar o nosso jogo. Ninguém está feliz, estamos com raiva, pois poderíamos vencer”, comentou o defensor, que marcou contra o segundo gol dos italianos

Autor do terceiro gol japonês, que resgatou a confiança da torcida pernambucana, o atacante Okazaki agradeceu o apoio vindo das arquibancadas e prometeu uma equipe ainda mais forte no retorno ao Brasil em 2014 para a disputa da Copa do Mundo.

AFP
Okazaki (9) sofreu pênalti e apareceu na área para fazer de cabeça o terceiro dos japoneses
“Nós estamos chateados, mas tentamos bastante. Nós sabemos, jogamos com o coração. O jogo poderia ter outro resultado. Na Copa do Mundo vamos tentar ser mais agressivos. Os fãs são muitos legais e no futebol isso é sempre muito legal. Obrigado pelo apoio”, destacou o camisa 9.

Com discurso semelhante ao de Okazaki, o técnico Alberto Zaccheroni reconheceu que faltou maturidade para o Japão conseguir segurar o ímpeto da Azzurrano segundo tempo, mas quer ver seus comandados aprendendo a lição para seguir crescendo no futebol mundial.

“O resultado não foi favorável, nós tínhamos obrigação de tentar vencer. São os méritos da Itália. Nós mostramos que sabemos jogar futebol e essas partidas na Copa das Confederações servem para amadurecer, para ter uma experiência internacional. Essa diferença para eles era evidente”, lamentou.

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