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Futebol/Mercado - ( )

Kleina não vê Uruguai x Taiti, mas crê que Eguren cabe bem no Verdão

São Paulo (SP)

Há mais de um mês, o Palmeiras observa Eguren, volante que perdeu espaço no Libertad, e Gilson Kleina considera que o jogador teria espaço em seu time. Embora tenha demonstrado que não assistiu ao único jogo do meio-campista pelo Uruguai nesta Copa das Confederações, contra o Taiti, nesse domingo.

“Ele faz parte do elenco da seleção uruguaia que disputa a Copa das Confederações, mas ainda não jogou”, equivocou-se o treinador durante sua participação no programa Mesa Redonda, da TV Gazeta, no último domingo.

Eguren atuou desde o início do jogo no qual o técnico Oscar Tabárez colocou em campo somente reservas. E, embora dificilmente tenha visto a vitória por 8 a 0 dos sul-americanos, Kleina citou entre as características do camisa 8 da Celeste exatamente o que ele mostrou: a marcação como ponto forte, tanto que chegou a ser recuado para ajudar na zaga depois da expulsão de Scotti.

“Ele era titular do Libertad até a vinda do Guiñazu. Perdeu espaço, mas é um grande jogador e pode atuar como primeiro ou segundo volante. É um atleta de 1,86m que tem sido convocado frequentemente para a seleção uruguaia”, falou Kleina, que procura um primeiro volante, como Eguren, porque vê Márcio Araújo como uma improvisação na função.

Divulgação/Fifa
Volante foi titular do Uruguai nesse domingo e mostrou as características defensivas que Kleina destaca nele
“O Eguren é um nome que chegou para nós e fomos verificar. Se a negociação encaminhar, é um jogador que cabe bem no elenco”, apontou. “Ele disse que teria o maior prazer de jogar no Palmeiras e isso é muito gratificante. Mas ainda é só uma situação, não tem nada concreto. Nada se avançou, a não ser a nossa pesquisa”, completou o técnico, na tentativa de conter qualquer expectativa.

Gilson Kleina ainda busca um lateral esquerdo, um lateral direito e, principalmente, um centroavante. Embora diga que há interesse na renovação de Kleber, cujo contrato acaba no domingo, e alegue confiar em Caio, o técnico admite a necessidade do que chama de “homem-gol”. “Estamos sempre atentos a um centroavante, mas não tem nada de concreto”, falou, avisando que não discutiu com a diretoria sobre Ricardo Oliveira, ex-São Paulo, Santos e Portuguesa que está no futebol árabe.

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