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Futebol/Copa das Confederações - ( - Atualizado )

Lugano desconhece resposta da CBF e avisa: “Falo o que penso”

Helder Júnior, enviado especial Belo Horizonte (MG)

O zagueiro Diego Lugano conseguiu irritar alguns jogadores da Seleção Brasileira antes mesmo de a semifinal da Copa das Confederações começar, nesta quarta-feira, no Mineirão. O capitão do Uruguai havia desconfiado da escalação do árbitro chileno Enrique Osses para trabalhar na partida e reclamado da “grande qualidade” do atacante Neymar para simular faltas. As declarações provocaram uma resposta da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), por meio de comunicado oficial.

“Não sei do que vocês estão falando. Acham que vou ficar vendo o que a CBF publica em dia de jogo? Não faço a mínima ideia do que eles disseram. Sei lá”, avisou Lugano, carrancudo após a derrota por 2 a 1 para o Brasil, mas sem retroceder em seu discurso polêmico. “Falo o que penso. Não me interessa o que a CBF achou disso. Respeito todo o mundo, assim como fomos respeitados pelos brasileiros.”

Mesmo respeitoso, Lugano acredita que o Uruguai merecia ter saído do Mineirão com a classificação. “O Brasil é uma grande seleção porque ganha quando merece e quando não merece. Essa é a marca dos pentacampeões do mundo. Se eles tivessem sido um pouquinho mais ousados, o Uruguai poderia ter aproveitado para vencer. Méritos deles, que respeitaram o nosso potencial. Foi o detalhe e a sorte que definiram a partida”, julgou.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Após polêmica com Neymar, Lugano ressaltou o respeito entre as seleções de Brasil e Uruguai
A desavença criada com a CBF e a derrota para o Brasil não tiraram de Lugano o orgulho com o time uruguaio, atual campeão da América e quarto colocado da última Copa do Mundo. “Estamos tranquilos porque demos tudo pela Celeste. Mais do que isso, não temos a oferecer. Fomos até superiores em alguns momentos, mas Brasil é Brasil. Eles convertem até meia chance de gol. Para nós, fica a alegria de ver o Uruguai competindo em nível mundial de novo, jogando de igual para igual contra qualquer um”, bradou o capitão.

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