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Futebol/Copa das Confederações - ( - Atualizado )

Luiz Gustavo valoriza o fato de ainda ser desconhecido no Brasil

Helder Júnior, enviado especial Fortaleza (CE)

Ao contrário do meia-atacante Hulk, que pretende usar a Copa das Confederações para ficar mais conhecido no Brasil, o volante Luiz Gustavo valoriza bastante o seu quase anonimato no País. O jogador natural de Pindamonhangaba, cidade do interior paulista, não gosta de atrair holofotes para si.

“Não apareço muito até mesmo na minha vida pessoal. Só me vê quem está próximo de mim. Procuro fazer o simples sempre”, comentou Luiz Gustavo, bastante sisudo ao conceder entrevista nesta segunda-feira, em Fortaleza.

A discrição do volante do alemão Bayern de Munique tem agrado ao técnico Luiz Felipe Scolari, que o promoveu a parceiro ideal para Paulinho no meio-campo da Seleção Brasileira. Luiz Gustavo se tornou o principal responsável por dar proteção aos zagueiros do Brasil.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Luiz Gustavo aceita ficar escondido atrás de atacantes da Seleção Brasileira, como Fred
“Sei que a minha função é bem importante para ajudar os companheiros. Estou disposto a fazer tudo para que todos comemorem felizes no final. Se para isso eu tiver que ficar roubando bola o tempo inteiro, correndo pelos outros, farei com o maior prazer. Não é sacrifício nenhum”, discursou.

A entrega para ajudar os demais foi um dos trunfos para Luiz Gustavo conquistar o seu espaço na Seleção Brasileira. O volante iniciou a carreira profissional há menos de uma década, por Corinthians Alagoano e CRB, e sofreu até ganhar projeção pelos alemães Hoffenheim e Bayern.

“As pessoas mais próximas de mim sabem bem o que passei para chegar aqui. O mais difícil foi perder a minha mãe quando eu era muito jovem, uma coisa que ficará marcada pelo resto da minha vida. Foram dias de luta e sofrimento, passos importantes para conquistar os meus sonhos. Ainda não alcancei tudo o que quero”, avisou, de olho na Copa das Confederações e no Mundial de 2014. “Mas com os pés no chão”, ponderou.

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