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Futebol/Brasileiro Série B - ( )

Rondinelly vê rivais internos como atalho para seu sonho no Verdão

William Correia São Paulo (SP)

A chegada de Mendieta é, teoricamente, mais um obstáculo para Rondinelly além dos também recém-contratados Serginho e Ananias e da possível volta de Valdivia. O jogador emprestado pelo Grêmio, porém, considera o maior número de opções um atalho. O meia acredita que o Palmeiras pode mudar seu estilo de jogo e, consequentemente, ampliar suas possibilidades de ser usado.

“Com a volta do Valdivia e a chegada do Mendieta, pode ser que mude o jeito de jogar para o 4-4-2, com dois meias. Vínhamos jogando só com um e três volantes ou até quatro volantes, com o Wesley adiantado. Se abrir mais um espaço para os meias, eu terei mais oportunidade”, imaginou Rondinelly.

As escolhas de Gilson Kleina, realmente, têm privilegiado volantes ou atacantes quando adota o 4-3-3. E esse é um dos motivos que Rondinelly tenta encontrar para explicar suas escassas oportunidades – só atuou duas vezes pelo clube, saindo do banco de reserva em ambas.

O jogador, vinculado ao Verdão até dezembro, ainda crê que pode mudar seu panorama no elenco. “Essa camisa me fez sonhar e é um sonho ainda para mim. Vivo esse sonho, e tenho até dezembro para fazê-lo acontecer. Quero brilhar no Palmeiras”, apontou.

“Não são só com os meias, o grupo está cheio. Mas é uma disputa boa e sadia, são muitos bons jogadores na posição. E tenho certeza de que a minha oportunidade virá, são muitos jogos, suspensões e lesões”, prosseguiu o camisa 37.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Rondinelly crê que pode aproveitar mudança tática com a possível volta de Valdivia e, enfim, ter sequência no time

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