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Futebol/Copa das Confederações - ( - Atualizado )

Vaiado Torres elogia Taiti e Villa pensa em relatar Maracanã a netos

Bruno Ceccon e William Correia, enviados especiais Rio de Janeiro (RJ)

Juntos, Fernando Torres e David Villa marcaram sete dos 10 gols da Espanha diante do Taiti na tarde desta quinta-feira. Vaiados pela torcida brasileira no Maracanã, os atacantes elogiaram o representante da Oceania na Copa das Confederações e valorizaram a chance de atuar no mítico estádio.

“O Taiti conta com a simpatia da torcida brasileira e nós já sabíamos que não nos sentiríamos em casa. Se o Brasil jogasse (contra o mesmo adversário) na Espanha, seria igual”, declarou o astro do Chelsea, autor de quatro gols e generoso com o rival.

“Quando um time é tão inferior, é difícil tentar jogar como eles fizeram. Apesar do resultado, estavam desfrutando. Em partidas como essas, estamos acostumados a sofrer faltas violentas. Levo uma recordação indelével do que aconteceu. Acima do resultado, por ver um time com esse espírito. Eles são amadores e foi tudo muito bonito”, disse.

Os espanhóis estrearam no Recife e, após passarem pelo Maracanã, seguem para Fortaleza, palco do confronto com a Nigéria no encerramento da primeira fase. Animado, Torres já pensa em voltar ao lendário estádio, sede da decisão do campeonato.

AFP
Fernando Torres foi muito vaiado após perder pênalti, mas respondeu na bola ao marcar no lance seguinte
“Para nós, foi um privilegio ter a chance de jogar no Brasil e ainda mais no Maracanã. Esperamos que não seja nossa última partida aqui, temos certeza que não será. O encontro de hoje não poderia ser melhor. Jogamos pela primeira vez (no estádio) e fizemos 10 gols”, comemorou.

Autor de três tentos diante da frágil seleção taitiana, apoiada de forma maciça pelos torcedores no Maracanã, David Villa também elogiou a postura da equipe da Ocenia, formada por atletas que conciliam o futebol com outras profissões – há apenas um profissional.

“É uma alegria para o futebol ver um time que teoricamente tem um potencial mais baixo que o adversário, mas não usa armas feias, como permanecer fechado na defesa ou dar entradas violentas. Eles gostam de futebol e tentaram jogar”, afirmou o goleador, mais um que deixa o Maracanã com boas memórias.

“Há poucas chances para um jogador atuar em um estádio tão mítico como esse. Durante a partida você não pensa nisso, mas sim antes e depois. Lembrarei desse estádio por toda a minha vida. Vai passar o tempo e poderei dizer aos meus netos que um dia joguei no Maracanã”, declarou.

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