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Futebol/Bastidores - ( - Atualizado )

Chateado, Seedorf cobra resolução sobre Maracanã e Engenhão

Volta Redonda (RJ)

Consciente de que o time do Botafogo precisará de mais ritmo de jogo para voltar a apresentar o bom futebol do primeiro semestre, Clarence Seedorf mostra preocupação também com um fator extracampo. O holandês lamentou a indefinição sobre as situações do Engenhão e do Maracanã e pediu mais empenhos dos envolvidos em prol dos torcedores brasileiros.

O desabafo do camisa 10 do Glorioso se deve ao fato de o clássico contra o Fluminense, marcado para as 18h30 (de Brasília) de domingo, ter como palco a Arena Pernambuco. A mudança aconteceu devido à interdição do Engenhão por problemas na cobertura e pelas dificuldades encontradas pela diretoria em entrar em acordo com o consórcio que administra o Velho Maraca.

“Infelizmente estão acontecendo coisas que não temos controle. É uma grande perda para o futebol brasileiro essas mudanças (viajar mesmo sendo mandante), ainda mais tendo um estádio tão bonito como o Maracanã. Todo mundo que é responsável pelo caso do Engenhão, pelo caso do Maracanã poderia pensar no interesse do futebol brasileiro”, lamentou.

Satiro Sodré/ Divulgação
Insatisfeito com a falta de um estádio para o Botafogo, Seedorf espera mais empenho para a resolução da situação

Dentro de campo, Seedorf preferiu mostrar um discurso de paciência após a vitória magra por 1 a 0 sobre o Figueirense pela 3ª fase da Copa do Brasil. O veterano lembra que o período de paralisação para a Copa das Confederações deixou a equipe sem ritmo de jogo e, principalmente, sem entrosamento. Isso porque o clube negociou os meias Fellype Gabriel e Andrezinho, obrigando Oswaldo de Oliveira a alterar o esquema campeão carioca com a entrada de Vitinho.

“Vamos melhorar nos próximos jogos. O Figueirense tentou de tudo e nós conseguimos fechar atrás e também podíamos ter feito o 2 a 0 para aliviar. Queríamos ter feito mais um gol, porque criamos mais oportunidades. No segundo tempo caiu o padrão, o que é normal depois de um mês, mas podemos sair satisfeitos”, analisou o holandês.

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