Futebol/Libertadores - ( - Atualizado )

Em “estrutura de primeiro mundo”, Victor agradece confiança de Kalil

Belo Horizonte (MG)

Contratado na temporada passada, Victor chegou à Cidade do Galo com o status de um dos melhores goleiros do futebol brasileiro. Na ocasião, o presidente Alexandre Kalil afirmou que era o arqueiro ideal para sua equipe ser campeã e depositou toda sua confiança no jogador. Dentro de campo, o atleta não demorou a corresponder e foi um dos heróis desta conquista da Libertadores.

Depois de defender um pênalti nas quartas de final contra o Tijuana, garantir a classificação do Atlético-MG nas semifinais contra o Newell’s Old Boys, e, mais uma vez, ser herói na decisão contra o Olímpia, no Estádio do Mineirão, Victor foi chamado de santo pela torcida do Galo. Com o título confirmado, o goleiro agradeceu todo o apoio recebido no clube mineiro.

“Por tudo que a gente viveu, por tudo que a gente passou, pela estrutura do clube, um trabalho sério e profissional. Quando as coisas são assim, o time tem que brigar por título, principalmente pela confiança que o Cuca e o Kalil deram pra gente”, destacou o goleiro atleticano.

Em relação ao confronto desta quarta-feira, Victor reconheceu a qualidade do adversário e se lembrou de toda a preparação para os 90 minutos no Estádio do Mineirão. Após a derrota por 2 a 0 no Paraguai, o elenco do Atlético-MG ficou concentrado na Cidade do Galo e priorizou o jogo mais importante da história do clube mineiro. Para o arqueiro, tudo valeu a pena.

“Foi um jogo muito difícil, contra um time muito qualificado, de muita marcação. Mas nós temos uma estrutura de primeiro mundo e a nossa torcida merece isso. Não podia ser diferente. Valeu cada dia concentrado, cada dia fora de casa. Merecemos por toda a campanha, sempre todo mundo acreditando, não tem muito o que falar. Agora é Marrocos”, projetou Victor, citando o país que vai sediar o Mundial Interclubes em dezembro.

Ainda sem pensar no Bayern de Munique, provável adversário em Marrocos, o goleiro alvinegro também falou sobre a Massa, que lotou o Estádio do Mineirão – mais de 60 mil pessoas compareceram ao Gigante da Pampulha. “O torcedor tem que comemorar, soltar este grito que está preso, porque a gente vai comemorar também”, finalizou.

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