Futebol/Bastidores - ( - Atualizado )

Ex-presidente critica "imaturidade" de gestão Rosell no Barcelona

Barcelona (Espanha)

Presidente do Barcelona entre 2003 e 2010, Joan Laporta foi um dos principais responsáveis pela reascensão do clube catalão na última década e segue como membro ativo nos bastidores da agremiação. E, em entrevista a revista Libero, o ex-mandatário não poupou criticas ao atual comandante do time blaugraná, Sandro Rosell.

“Ele representa o neonuñismo. Atua com falta de transparência e tem atitude imatura", destacou Laporta, relembrando outro rival político no clube catalão, José Luis Nuñez.

Em seu período como presidente do Barcelona, Laporta reconduziu o time ao topo do futebol europeu e conquistou 12 títulos: Campeonato Espanhol (quatro vezes), Supercopa da Espanha (três vezes), Liga dos Campeões (duas vezes), Mundial de Clubes, Copa do Rei e Supercopa da Europa.

Rosell, por sua vez, é o 39º presidente da história do Barcelona e chegou ao cargo máximo do clube com apoio recorde de 35.021 votos, resultando em 61,35% do total. Em 2010, o mandatário superou Agustí Benedito (14,4%), Marc Ingla (12,3%) e Jaume Ferrer (10,8%) em eleição que contou com participação de 48% dos sócios da agremiação catalã.

Filho de Jaume Rosell, ex-diretor do Barcelona, Sandro atuou como vice-presidente em parte da gestão de Joan Laporta, entre 2003 e 2005, e deixou a função por divergências com o até então mandatário. Naquele período, Rosell foi uma dos principais responsáveis pela contratação do meia-atacante brasileiro Ronaldinho Gaúcho, que chegou ao time catalão em julho de 2003 em negociação de 32,3 milhões de euros (cerca de R$ 96,5 milhões) com Paris Saint-Germain.

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