Futebol/Copa Libertadores - ( - Atualizado )

Final quase tem confronto entre paraguaios e torcida atleticana

Tossiro Neto, enviado especial Belo Horizonte (MG)

O elenco do Olimpia já se encaminhava para o vestiário do Mineirão, após o vice-campeonato da Libertadores, quando houve um princípio de conflito. Aparentemente provocados por atleticanos que haviam invadido o campo, alguns jogadores partiram para cima dos torcedores.

A segurança agiu rapidamente e evitou que a incipiente briga tomasse maiores proporções. Na sequência, mais calmos, os atletas da equipe visitante saudaram os pouco menos de dois mil torcedores que viajaram do Paraguai para o Brasil e finalmente desceram a escadaria.

O princípio de confusão surpreendeu porque todo o time do Olimpia aceitava sem problemas a derrota por 2 a 0 no tempo normal e por 4 a 3 nos pênaltis. Sentado no gramado, inclusive, antes de receber a premiação da Conmebol pelo segundo lugar na competição continental.

"Saímos com a cabeça bem no alto, porque deixamos tudo aqui em campo. Mas fazer o quê? O Atlético foi superior nas penalidades e nos venceu", lamentou Wilson Pittoni, autor de um dos gols da vitória paraguaia no jogo de ida. O meia teve passagem pelo Figueirense antes de acertar com o Olimpia nesta temporada.

Essa foi a sétima final da Libertadores na história do clube de Assunção, que completa 111 anos de fundação justamente nesta quinta-feira. Campeão em 1979, 1990 e 2002, ele perdeu o título outras três vezes antes do tropeço para o Atlético: 1960, 1989 e 1991.

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