Futebol/Bastidores - ( - Atualizado )

Kieza ataca cartolas do Náutico e chama diretor de "amador"

Recife (PE)

O atacante Kieza, destaque do Náutico em 2012, utilizou sua conta no Twitter para criticar a diretoria alvirrubra. O jogador se manifestou em resposta a uma entrevista dada por um dos diretores do Náutico, Sérgio Lins, à rádio CBN, quando citou a comissão pedida pelo empresário de Kieza para que o atleta retornasse aos Aflitos.

"Quero só esclarecer uma coisa: meu empresário tem o direito de pedir a comissão dele como todos fazem e pediu pouco porque queria ajudar. Senhor Sergio Lins, acho que você deve se preocupar com a situação que o clube se encontra e tentar ajudá-lo. Não deveria sair por aí indo na imprensa falando coisas e ainda 'm...', não é? Isso não é papel de homem e sim de amador. E, dirigente amador, aprenda: tenha ética e respeito porque na hora de acertar tudo comigo todos vocês aceitaram o que pedimos e nao falaram nada. Agora, porque não fui, querem começar a colocar nós como os errados. Todo mundo sabe que não fui porque os caras aqui não liberaram. Os culpados foram vocês de me deixarem sair e não saber valorizar um jogador. Precisam aprende a fazer isso!!", disse o jogador pelo Twitter.

As declarações que deram origem à manifestação de Kieza foram dadas quando Lins explicava o adiantamento de R$ 70 mil ao argentino Diego Morales, que treina no Timbu mas ainda não pôde assinar contrato por causa do litígio com o Al Ahli, da Arábia Saudita.

Divulgação/Náutico
Diretoria do Náutico tentou volta de Kieza para resolver o problema do time, que está na lanterna do Brasileirão
"Tem muita gente reclamando que adiantamos R$ 70 mil ao Morales. Isso no futebol é um valor pequeno. Para vocês terem uma ideia, para o Náutico contratar Kieza teria de pagar R$ 200 mil de comissão ao seu empresário", afirmou Lins à rádio CBN.

A diretoria do Náutico sonhava com a volta de Kieza, negociado no começo deste ano com o Shanghai Shenxin-CHI. Para liberar o jogador, no entanto, os chineses teriam pedido R$ 26 milhões, o que inviabilizou o negócio.

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