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Futebol/Brasileiro Série B - ( - Atualizado )

Nobre ouve, mas limita poder de decisão de Kleina sobre Kleber

Bruno Ceccon e William Correia São Paulo (SP)

Nesta terça-feira, mais uma vez Kleber manteve seu tratamento de tendinite no joelho direito na Academia de Futebol mesmo sem contrato com o Palmeiras. E não é o maior defensor da permanência do jogador que definirá seu futuro. Embora valorize a opinião de Gilson Kleina, Paulo Nobre avisa que a palavra final sobre o atacante é sua.

“Essa presidência passa a parte técnica para a comissão técnica, tanto para os jogadores que querem no elenco quanto para os que querem dispensar. A essa presidência cabe apenas o veto”, disse o mandatário, tentando desconversar, mas diminuindo o poder de decisão do treinador.

“A opinião do técnico é uma das coisas fundamentais na decisão de contratações e dispensas de jogadores, mas o assunto do Kleber está sendo tratado internamente e no contexto como está hoje, não no da semana passada”, indicou o presidente, mantendo a postura de não dar detalhes sobre qualquer negociação.

O fato é que, apesar de Kleina ter declarado em sua entrevista coletiva na sexta-feira que deseja a permanência do centroavante mesmo depois da contratação de Alan Kardec, Kleber não agradou. E apenas aspectos do acordo estabelecido com o Porto podem segurá-lo no Verdão.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Paulo Nobre, presidente do Palmeiras, tem a palavra final sobre a permanência do centroavante Kleber no clube
Ao definir o empréstimo do atual camisa 9 que acabou no domingo, a diretoria tinha um acerto verbal para que ele prosseguisse no clube até dezembro, a não ser que o Porto o desejasse de volta. O atacante segue fora dos planos do time português, mas o impasse existe porque o Palmeiras também não o quer.

A vontade de Kleber é ficar, e seu empresário promete viajar para Portugal nesta quinta-feira para definir o futuro de seu cliente. Se realmente permanecer, terá que se contentar em ser reserva de Alan Kardec. Além de deficiências físicas, já que passou quatro períodos afastado por lesões em cinco meses, o jogador mostrou dificuldades de domínio, passe e finalizações, fazendo só dois gols em 11 jogos.

Apesar do fraco desempenho, Kleina ainda o vê como uma boa opção no banco. E precisa torcer para que a diretoria concorde com isso. “O assunto do Kleber nós tratamos internamente junto com a comissão técnica. Conversamos com o Gilson dentro das necessidades para o segundo semestre de 2013”, esquivou-se Nobre.

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