Futebol/Copa Libertadores - ( )

Precaução fez Atlético-MG deixar organização de festa para depois

Tossiro Neto, enviado especial Belo Horizonte (MG)

"Onde será a festa?" Essa era a pergunta que todos faziam no Mineirão aos diretores do Atlético-MG, depois da vitória nos pênaltis sobre o Olimpia, na final da Libertadores. Mas a maior conquista da história do clube não foi comemorada na madrugada de quinta-feira. Ao menos não oficialmente.

Assim que tomaram banho e se vestiram, jogadores e membros da comissão técnica foram liberados para curtir a conquista com suas respectivas famílias. A do técnico Cuca, por exemplo, foi citada por ele a todo instante e não o largou nem um minuto sequer.

O motivo da não realização de festa por precaução. Diferentemente de outras oportunidades, os dirigentes atleticanos acharam por bem não preparar antecipadamente nenhum evento por estarem ressabiados com o resultado adverso de 2 a 0 no jogo de ida, em Assunção.

"Não tem nada programado. Vamos nos sentar com o presidente e fazer uma festa do tamanho que a torcida merece, gigante", explicou Adriana Branco, diretora executiva do clube.

Sem um ponto de encontro oficial, os milhares de torcedores presentes em Belo Horizonte se espalharam pelas ruas da cidade e fizeram muito barulho até o amanhecer. Como de costume após conquistas na capital, a maior concentração alvinegra foi na Praça Sete, na região central.

A única certeza em relação aos atletas é que eles ganharam folga nesta quinta-feira e se reapresentarão aos trabalhos na tarde do dia seguinte, na Cidade do Galo.

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