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Futebol/Recopa Sul-americana - ( )

Respeitoso, camisa 9 são-paulino evita polêmica com Corinthians

Tossiro Neto São Paulo (SP)

Fosse em outros anos, a decisão da Recopa Sul-americana, contra o Corinthians, seria uma ótima oportunidade para Luis Fabiano mostrar seu lado bem-humorado e provocar o rival. O momento, porém, não é de brincadeira nem de polêmica, tendo em conta o primeiro semestre de quedas no Campeonato Paulista e na Libertadores.

Porta-voz do grupo na segunda-feira, o camisa 9 foi respeitoso todas as vezes em que citou o outro clube, como quando falou da ausência do recém-negociado Paulinho. "Eles têm dois zagueiros bons. O Ralf é um jogador que pega muito no meio-campo, e o (Emerson) Sheik é rápido. Apesar de o Paulinho fazer muita falta, o Corinthians todo é muito forte".

Fernando Dantas/Gazeta Press
Luis Fabiano tratou a equipe alvinegra, atual campeã mundial, como o maior rival do São Paulo agora
Em outro momento, reconheceu o Corinthians como o grande adversário atual e reconheceu que o São Paulo terá muito trabalho diante do campeão mundial já no jogo de ida, marcado para quarta-feira, no Morumbi. "Temos que entrar com vontade, correndo, marcando, sem dar espaço, para que nossa qualidade também possa aparecer. Temos que ir para cima".

Luis Fabiano foi um dos vilões no último clássico contra a equipe alvinegra, pela semifinal estadual. Ele desperdiçou uma das cobranças da disputa de pênalti e ajudou o time treinado por Tite a avançar à decisão. Mas nem isso desperta nele o apetite de fomentar a rivalidade, de falar em se vingar, por exemplo.

"Título é importante, e o Corinthians é o time que a gente vai enfrentar. É especial por ser Corinthians e importante por ser um título. Não quer dizer que por ser o Corinthians vai ser uma festa anormal. É um grande clássico, contra nosso maior rival, mas não passa disso", minimizou.

Respeitoso fora de campo, ele acredita que possa deixar de lado também os problemas disciplinares dentro das quatro linhas. "Tenho me mostrado tranquilo nos últimos jogos, e as coisas vão continuar assim, se Deus quiser", falou.

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